terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Natal em Paris - 2008 - Château de Versailles



Não conseguimos visitar o palácio por nossa culpa, pois chegamos já tarde. Fica para a próxima visita a Paris. De qualquer maneira tirámos algumas fotos do lado de fora.
O Palácio de Versalhes (em francês Château de Versailles) é um château real localizado na cidade de Versalhes, uma aldeia rural à época de sua construção, mas actualmente um subúrbio de Paris. Desde 1682, quando Luís XIV se mudou de Paris, até que a família Real foi forçada a voltar à capital em 1789, a Corte de Versalhes foi o centro do poder do Antigo Regime na França.
Em 1660, de acordo com os poderes reais dos conselheiros que governaram a França durante a menoridade de Luís XIV, foi procurado um local próximo de Paris mas suficientemente afastado dos tumultos e doenças da cidade apinhada. Paris crescera nas desordens da guerra civil entre as facções rivais de aristocratas, chamada de Fronde. O monarca queria um local onde pudesse organizar e controlar completamente um Governo da França por um governante absoluto. Resolveu assentar no pavilhão de caça de Versalhes, e ao longo das décadas seguintes expandiu-o até torná-lo no maior palácio do mundo. Versalhes é famoso não só pelo edifício, mas como símbolo da Monarquia absoluta, a qual Luís XIV sustentou.
Considerado um dos maiores do mundo, o Palácio de Versalhes possui 2.000 janelas, 700 quartos, 1.250 lareiras e 700 hectares de parque. É um dos pontos turísticos mais visitados de França, recebe em média oito milhões de turistas por ano e fica a três quarteirões da estação ferroviária. Construído pelo rei Luís XIV, o Rei Sol, a partir de 1664, foi por mais de um século modelo de residência real na Europa, e por muitas vezes foi copiado.
Incumbido da tarefa de transformar o que era o pavilhão de caça de Luís XIII, no mais opulento palácio da Europa, o arquiteto Louis Le Vau reuniu centenas de trabalhadores e começou a construir um novo edifício ao lado do já existente. Foram assim realizadas sucessivas ampliações - apartamentos reais, cozinhas e estábulos - que formaram o Pátio Real.
Le Vau, não conclui as obras. Após sua morte Jules Hardouin-Mansart tornou-se, em 1678, o arquiteto responsável por dar continuidade ao projeto de expansão do palácio. Foi quem construiu o Laranjal, o Grande Trianon, as alas Norte e Sul do Palácio, a Capela e a Galeria de Espelhos (onde foi ratificado, em 1919, o Tratado de Versalhes). A última, trata-se de uma sala com 73m de comprimento, 12,30m de altura e iluminada por dezessete janelas que têm a sua frente, espelhos que refletem a vista dos jardins.
Em 1837 o castelo foi transformado em museu de história. O palácio está cercado por uma grande área de jardins, uma série de plataformas simétricas com canteiros, estátuas, vasos e fontes trabalhados, projetados por André Le Nôtre. Como o parque é grande, um trem envidraçado faz um passeio entre os monumentos.
In Wikipédia

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

"Da Nossa Mãe"

Das estrelas adquiro a luz,
que me conduz à tranquilidade;
Das trevas, o silêncio,
onde aguardo com serenidade;
Da lua, agarro a paz, a cor branca,
e coloco-a no estar, no ser franca;
Do sol abrasador, o calor,
que reflicto no amor;
Da chuva, recolho a pureza,
a limpidez,usada na sensatez.
Mas, do céu ,deixo ficar o azul,
que é o eterno olhar
daquela que em mim,
tem sempre um lugar
impossível de selar.
(23 de Fevereiro de 1931)
maria eduarda

domingo, 22 de fevereiro de 2009

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Morreu José Megre

Quando cheguei a Portugal, em 1975, e comecei a interessar-me pelos ralis, associei sempre, José Megre a desportivismo, aventura e paixão pelos automóveis.
José Megre faleceu esta manhã, vítima de doença prolongada. A sua partida representa uma perda inestimável para o automobilismo português.
Nascido a 26 de Março de 1942, em Lisboa, José Megre desde cedo se começou a interessar por automóveis.
Depois de efectuar um Curso de Engenharia Mecânica com especialização em Automóveis em Londres, Inglaterra (1963-66), Megre decidiu participar nalgumas competições automóveis, em especial no Todo-o-Terreno, de entre as quais se destacam as participações pioneiras no Dakar ao volante dos saudosos UMM.
Aliás, a partir de 1982, Megre passou a dedicar-se exclusivamente à disciplina de todo-o-terreno como piloto, ao que se seguiu a criação e organização das maiores provas desportivas internacionais desta especialidade que ainda hoje se realizam em Portugal, das quais são exemplo a Baja de Portalegre, Baja de Portugal Vodafone 1000, Rally Transibérico, 24 Horas de TT de Fronteira ou o Transportugal.
Para além das suas participações no rali Paris-Dakar, foram também relevantes as suas participações no rali Paris Cidade do Cabo e Paris-Moscovo-Pequim, entre várias outras provas internacionais de todo o terreno.
Desde 1987 foi o responsável pela criação e organização de várias expedições intercontinentais em África, Ásia e Américas, todas elas com um mínimo de 15 mil quilómetros. É o sócio número 1 e co-fundador do Clube Todo o Terreno, criado em 1982, e Presidente e co-fundador do Clube Aventura, iniciado em 1984.
De salientar, ainda, os 30 anos dedicados ao sector automóvel, como Director Técnico, Administrador e finalmente Consultor do Grupo Entreposto nas seguintes marcas: 20 anos com a Datsun Nissan, três anos com a Renault Camiões, e finalmente nove com a Porsche.
Hoje irá realizar-se uma missa de corpo presente na Basilica da Estrela, pelas 22h. Amanhã, a missa será às 10h30, com o funeral a partir da Estrela em direcção a Águas, Penamacor.
In AutoSport Online

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

domingo, 15 de fevereiro de 2009

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Natal em Paris - 2008 - Opéra National de Paris

http://www.operadeparis.fr/cns11/live/onp/site/




A Ópera Nacional de Paris (em francês Opéra national de Paris) é uma instituição musical, sucessora da fundada em Paris por Luís XIV em 1669 com o nome de "Academia Real de Música" (Académie Royale de Musique). É uma das mais antigas instituições do gênero do mundo.
Foi citada no livro "O Fantasma da Ópera" de Gaston Leroux. O escritor aproveitou um incidente com o lustre do teatro e escreveu uma das histórias mais lidas do mundo.


quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Está bem... façamos de conta

Por Mário Crespo
Jornal de Notícias
Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal. Que não houve tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões (contos, libras, euros?).
Façamos de conta que a Universidade que licenciou José Sócrates não está fechada no meio de um caso de polícia com arguidos e tudo.Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês.
Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível.
Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das "melhores posições no Mundo" para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu.
Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média. Façamos de conta que o "Magalhães" é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo. Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que "quem se mete com o PS leva". Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de "malhar na Direita" (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda).
Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport.
Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por "onde é que eu ia começar" a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal.
Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a "falta de liberdade". E Manuel Alegre também. Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus.
Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores.
Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República.
Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso.
Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

F C Porto 1 S L B 1

Terminado o clássico do Dragão, há dois tipos de alegação possível. Para uns, escreveu-se direito por linhas tortas; para outros, um erro do árbitro interferiu no desfecho da partida, na classificação da Liga Sagres e, quem sabe?, até no desenvolvimento futuro da prova, pois este era um jogo em que a vitória de um dos contendores o deixaria em vantagem para um futuro desempate directo. Deixando para trás a má decisão do árbitro, pode afirmar-se que o FC Porto-Benfica ficou aquém do esperado no tocante a expectativas para quantos acreditavam poder assistir a um grande espectáculo.
In Jornal "O Jogo"

A Ferrari na Fórmula 1 - Anos 50



domingo, 1 de fevereiro de 2009

sábado, 31 de janeiro de 2009

Natal em Paris - 2008 - La Basilique du Sacré Coeur de Montmartre

http://www.sacre-coeur-montmartre.com/





A basílica está localizada no topo da montanha de Montmartre, o ponto mais alto da cidade.
A idéia de construir um templo dedicado ao Sagrado Coração surgiu depois da guerra Franco-Prussiana (1870), como pagamento da promessa feita por Alexandre Legentil e Hubert Rohault de Fleury de erguer uma igreja caso a França sobrevivesse as investidas do exército alemão. O arquiteto Paul Abadie projetou a basílica depois de vencer um concurso com mais de 77 arquitetos, mas ele morreu em 1884 logo após o início da obra e outros continuaram seu trabalho. O estilo é marcado por influências românicas e bizantinas. Muitos elementos da basílica são baseados em temas nacionais: o pórtico, com três arcos, é adornado por duas estátuas de Santa Joana D'Arc e do Rei São Luís IX; e o sino de dezenove toneladas (um dos mais pesados do mundo), refere-se à anexação de Savoy em 1860.
A construção começou em 1875 e foi concluída em 1914, embora a consagração da basílica tenha ocorrido apenas após o final da Primeira Guerra Mundial.
O Sacré-Cœur está construído em pedra de travertino obtida no Château-Landon (Seine-et-Marne), França. Esta pedra constantemente dispersa cálcio, o que garante a cor branca da basílica mesmo com as chuvas e a poluição.
O mosaico no apse, chamado Cristo em Majestade, é um dos maiores do mundo.
A basílica possui um jardim para meditação, com uma fonte. O topo é aberto aos turistas e reserva uma vista espetacular da cidade de Paris.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Bilhetes de Cinema

CINEMA OLÍMPIA - PORTO

CINEMA PASSOS MANUEL - PORTO

CINEMA PATHÉ - LISBOA

domingo, 25 de janeiro de 2009

Braga 0 F C Porto 2

sábado, 24 de janeiro de 2009

O Motorista da Fantasia (Título original: Meninices) - Poema da Didium

Em garota,
tive um motorista de táxi,
um miúdo alegre, brincalhão,
que me chamava, por vezes,
para as brincadeiras de então.
A tampa de uma panela,
um guiador de automóvel,
o chão do pátio, o assento,
a sua voz, no intento,
do ruído da viatura,
a estacionar,
ou em movimento.
Eu pedia permissão,
indicava o destino,
e atento,
o meu motorista,
sem hesitação,
levava-me ao mundo da fantasia,
à viagem da ilusão.
Incluía-me ele, nessa tropelia,
nessa felicidade,
em crianças em idade,
felizes, no seio da família.
Nossa mãe passava,
na sua azáfama diária,
e um sorriso lançava
aos filhos em harmonia.
maria.eduarda

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Natal em Paris - 2008 - Moulin Rouge

http://www.moulinrouge.fr/home-flash-gb.html





Moulin Rouge (que em francês significa Moinho Vermelho) (48° 53′ N 2° 19′ E ) é um cabaret tradicional, construído no ano de 1889 por Josep Oller, que já era proprietário anteriormente do Paris Olympia. Situado na zona de Pigalle no Boulevard de Clichy, ao pé de Montmartre, em Paris, França. É famoso pela inclusão no terraço do seu edifício de um grande moinho vermelho. O Moulin Rouge é um símbolo emblemático da noite parisiense, e tem uma rica história ligada à boémia da cidade.
Desde há mais de cem anos que o Moulin Rouge é lugar de "visita obrigatória" para muitos turistas. O Moulin Rouge continua a oferecer na actualidade uma grande variedade de espectáculos para todos aqueles que querem evocar o ambiente boémio da Belle Époque e que ainda está presente no interior da sala de espectáculos. Não obstante, o estilo e o nome do Moulin Rouge de Paris foram imitados por muitos clubes de variedades e salas de espectáculos em todo o mundo.
A sala, as bailarinas e os seus frequentadores constituem um dos temas preferidos na obra do pintor Henri de Toulouse-Lautrec.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Grito e choro por Gaza e por Israel - Fernando Nobre, Presidente da AMI

Domingo, 4 de Janeiro de 2009
Há momentos em que a nossa consciência nos impede, perante acontecimentos trágicos, de ficarmos silenciosos porque ao não reagirmos estamos a ser cúmplices dos mesmos por concordância, omissão ou cobardia.
O que está a acontecer entre Gaza e Israel é um desses momentos. É intolerável, é inaceitável e é execrável a chacina que o governo de Israel e as suas poderosíssimas forças armadas estão a executar em Gaza a pretexto do lançamento de roquetes por parte dos resistentes ("terroristas") do movimento Hamas.
Importa neste preciso momento refrescar algumas mentes ignorantes ou, muito pior, cínicas e destorcidas:
- Os jovens palestinianos, que são semitas ao mesmo título que os judeus esfaraditas (e não os askenazes que descendem dos kazares, povo do Cáucaso), que desesperados e humilhados actuam e reagem hoje em Gaza são os netos daqueles que fugiram espavoridos, do que é hoje Israel, quando o então movimento "terrorista" Irgoun, liderado pelo seu chefe Menahem Beguin, futuro primeiro ministro e prémio Nobel da Paz, chacinou à arma branca durante uma noite inteira todos os habitantes da aldeia palestiniana de Deir Hiassin: cerca de trezentas pessoas. Esse acto de verdadeiro terror, praticado fria e conscientemente, não pode ser apagado dos Arquivos Históricos da Humanidade (da mesma maneira que não podem ser apagados dos mesmos Arquivos os actos genocidários perpetrados pelos nazis no Gueto de Varsóvia e nos campos de extermínio), horrorizou o próprio Ben Gourion mas foi o acto hediondo que provocou a fuga em massa de dezenas e dezenas de milhares de palestinianos para Gaza e a Cisjordânia possibilitando, entre outros factores, a constituição do Estado de Israel.
- Alguns, ou muitos, desses massacrados de hoje descendem de judeus e cristãos que se islamizaram há séculos durante a ocupação milenar islâmica da Palestina. Não foram eles os responsáveis pelos massacres históricos e repetitivos dos judeus na Europa, que conheceram o seu apogeu com os nazis: fomos nós os europeus que o fizemos ou permitimos, por concordância, omissão ou cobardia! Mas são eles que há 60 anos pagam os nossos erros e nós, a concordante, omissa e cobarde Europa e os seus fracos dirigentes assobiam para o ar e fingem que não têm nada a ver com essa tragédia, desenvolvendo até à náusea os mesmos discursos de sempre, de culpabilização exclusiva dos palestinianos e do Hamas "terrorista" que foi eleito democraticamente mas de imediato ostracizado por essa Europa sem princípios e anacéfala, porque sem memória, que tinha exigido as eleições democrática para depois as rejeitar por os resultados não lhe convirem. Mas que democracia é essa, defendida e apregoada por nós europeus?
- Foi o governo de Israel que, ao mergulhar no desespero e no ódio milhões de palestinianos (privados de água, luz, alimentos, trabalho, segurança, dignidade e esperança ), os pôs do lado do Hamas, movimento que ele incentivou, para não dizer criou, com o intuito de enfraquecer na altura o movimento FATAH de Yasser Arafat. Como inúmeras vezes na História, o feitiço virou-se contra o feiticeiro, como também aconteceu recentemente no Afeganistão.
- Estamos a assistir a um combate de David (os palestinianos com os seus roquetes, armas ligeiras e fundas com pedras...) contra Golias (os israelitas com os seus mísseis teleguiados, aviões, tanques e se necessário...a arma atómica!).
- Estranha guerra esta em que o "agressor", os palestinianos, têm 100 vezes mais baixas em mortos e feridos do que os "agredidos". Nunca antes visto nos anais militares!
- Hoje Gaza, com metade a um terço da superfície do Algarve e um milhão e meio de habitantes, é uma enorme prisão. Honra seja feita aos "heróis" que bombardeiam com meios ultra-sofisticados uma prisão praticamente desarmada (onde estão os aviões e tanques palestinianos?) e sem fuga possível, à semelhança do que faziam os nazis com os judeus fechados no Gueto de Varsóvia!
- Como pode um povo que tanto sofreu, o judeu do qual temos todos pelo menos uma gota de sangue (eu tenho um antepassado Jeremias!), estar a fazer o mesmo a um outro povo semita seu irmão? O governo israelita, por conveniências políticas diversas (eleições em breve...), é hoje de facto o governo mais anti-semita à superfície da terra!
- Onde andam o Sr. Blair, o fantasma do Quarteto Mudo, o Comissário das Nações Unidas para o Diálogo Inter-religioso e os Prémios Nobel da Paz, nomeadamente Elie Wiesel e Shimon Perez? Gostaria de os ouvir! Ergam as vozes por favor! Porque ou é agora ou nunca!
- Honra aos milhares de israelitas que se manifestam na rua em Israel para que se ponha um fim ao massacre. Não estão só a dignificar o seu povo, mas estão a permitir que se mantenha uma janela aberta para o diálogo, imprescindível de retomar como único caminho capaz de construir o entendimento e levar à Paz!
- Honra aos milhares de jovens israelitas que preferem ir para as prisões do que servir num exército de ocupação e opressão. São eles, como os referidos no ponto anterior, que notabilizam a sabedoria e o humanismo do povo judeu e demonstram mais uma vez a coragem dos judeus zelotas de Massada e os resistentes judeus do Gueto de Varsóvia!
Vergonha para todos aqueles que, entre nós, se calam por cobardia ou por omissão. Acuso-os de não assistência a um povo em perigo! Não tenham medo: os espíritos livres são eternos!
É chegado o tempo dos Seres Humanos de Boa Vontade de Israel e da Palestina fazerem calar os seus falcões, se sentarem à mesa e, com equidade, encontrarem uma solução. Ela existe! Mais tarde ou mais cedo terá que ser implementada ou vamos todos direito ao Caos: já estivemos bem mais longe do período das Trevas e do Apocalipse.
É chegado o tempo de dizer BASTA! Este é o meu grito por Gaza e por Israel (conheço ambos): quero, exijo vê-los viver como irmãos que são.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Barack H Obama

Não tenho grandes esperanças para uma alteração significativa da política americana com Obama. O dicurso da tomada de posse não trouxe nada de novo.

Espero estar enganado. Enganei-me quando disse que Obama não ganhava as eleições (nem sequer as primárias), por isso gostaria de continuar a estar enganado. Para bem do planeta.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

A Família Sousa

Conheci a família Sousa na altura mais dolorosa da minha vida. Minha Mãe tinha morrido e mudámos de casa. Fomos viver para um prédio, onde para além dos nossos queridos amigos e quase irmãos Horácio, Gena e filhos, vivia também a Família Sousa.
Os dois filhos mais velhos, Zé e Dite, eram praticamente da nossa idade, o que originou uma série de brincadeiras, cumplicidades, aventuras, passeios, divertimentos. Os Cotas, infelizmente, já não se encontram entre nós. Eram excepcionais.

Deixei de os ver. Mas sempre que recordava/falava de Sá da Bandeira, a Família Sousa era citada.

Passados 30 anos, reencontrei, o Zé Sousa. Está na mesma, com alguns cabelos brancos.

Espero não voltar a perdê-lo.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Emílio Marta - Ford GT 40 - Benguela - Angola

Só hoje fiquei a saber, após a minha volta pela internet. Morreu no passado mês de Novembro Emílio Marta. Um dos meus ídolos das corridas automóveis durante a minha adolescência, em Angola.




200 anos do nascimento de Charles Darwin

As obras completas de Charles Darwin in http://darwin-online.org.uk/.
Charles Robert Darwin (Shrewsbury, 12 de Fevereiro de 1809Downe, Kent, 19 de Abril de 1882) foi um naturalista britânico que alcançou fama ao convencer a comunidade científica da ocorrência da evolução e propor uma teoria para explicar como ela se dá por meio da seleção natural e sexual. Esta teoria se desenvolveu no que é agora considerado o paradigma central para explicação de diversos fenômenos na Biologia.Foi laureado com a medalha Wollaston concedida pela Sociedade Geológica de Londres, em 1859.
Darwin começou a se interessar por história natural na universidade enquanto era estudante de Medicina e, depois, Teologia. A sua viagem de cinco anos a bordo do Beagle e escritos posteriores trouxeram-lhe reconhecimento como geólogo e fama como escritor. Suas observações da natureza levaram-no ao estudo da diversificação das espécies e, em 1838, ao desenvolvimento da teoria da Seleção Natural.Consciente de que outros antes dele tinham sido severamente punidos por sugerir idéias como aquela, ele as confiou apenas a amigos próximos e continuou a sua pesquisa tentando antecipar possíveis objeções. Contudo, a informação de que Alfred Russel Wallace tinha desenvolvido uma idéia similar forçou a publicação conjunta das suas teorias em 1858.
Em seu livro de 1859, "A Origem das Espécies" (do original, em inglês, On the Origin of Species by Means of Natural Selection, or The Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life), ele introduziu a idéia de evolução a partir de um ancestral comum, por meio de seleção natural. Esta se tornou a explicação científica dominante para a diversidade de espécies na natureza. Ele ingressou na Royal Society e continuou a sua pesquisa, escrevendo uma série de livros sobre plantas e animais, incluindo a espécie humana, notavelmente "A descendência do Homem e Seleção em relação ao Sexo" (The Descent of Man, and Selection in Relation to Sex, 1871) e "A Expressão da Emoção em Homens e Animais" (The Expression of the Emotions in Man and Animals, 1872).
Em reconhecimento à importância do seu trabalho, Darwin foi enterrado na Abadia de Westminster, próximo a Charles Lyell, William Herschel e Isaac Newton. Foi uma das cinco pessoas não ligadas à família real inglesa a ter um funeral de Estado no século XIX.
In Wikipédia - a enciclopédica livre

sábado, 17 de janeiro de 2009

Natal em Paris - 2008 - Arc de Triomphe

O Arco do Triunfo (francês: Arc de Triomphe) é um monumento, localizado na cidade de Paris, construído em comemoração às vitórias militares de Napoleão Bonaparte, o qual ordenou a sua construção em 1806. Inaugurado em 1836, a monumental obra detém, gravados, os nomes de 128 batalhas e 558 generais. Em sua base, situa-se o Túmulo do Soldado Desconhecido (1920). O arco localiza-se na praça Charles de Gaulle, uma das duas extremidades da avenida Champs-Élysées.




Iniciado em 1806, após a vitória napoleônica em Austerlitz, o Arc de Triomphe representa, em verdade, o enaltecimento das glórias e conquistas francesas, sob a liderança de Napoleão Bonaparte – seja este oficial das forças armadas, esteja ele dotado da eminente insígnia imperial. A obra, no entanto, foi somente finalizada em 1836, dada a interrupção propiciada pela derrocada do Império (1815). Com 50 metros de altura, o monumental arco tornou-se, desde então, ponto de partida ou passagem das principais paradas militares, manifestações e, claro, visitas turísticas.
Projetado por Jean Chalgrin, o Arco do Triunfo é, ainda e desde sempre, símbolo do patriotismo e orgulho francês.O trânsito junto ao Arco de Triunfo é absolutamente caótico, com carros que se movem como num turbilhão a girar em redor da Praça Charles de Gaulle como se estivessem num redemoinho.
In Wikipédia - a enciclopédica livre

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

BCE corta juros para 2%

O BCE voltou a descer a taxa directora, como se esperava. O corte foi de 0,5 pontos percentuais, o que coloca agora a taxa nos 2%.
A redução da taxa de inflação e a desaceleração económica deverão justificar esta medida com vista a impulsionar a economia europeia.
As projecções económicas que indicam uma recessão na zona euro e o facto de a taxa de inflação se ter fixado nos 1,6% em Dezembro, (abaixo dos 2%, limiar considerado desejável pelo BCE para a estabilização dos preços), leva os analistas a acreditar que o corte dos juros deverá continuar ao longo do ano, podendo chegar aos 1,5%, o valor mais baixo de sempre.
A aumentar a expectativa de novos cortes está ainda a divulgação, ontem, de que a Alemanha, maior economia da zona euro terá contraído entre 1,5% e 2% no quarto trimestre de 2008. "Este resultado vem demonstrar que as projecções do BCE para a zona euro são demasiado optimistas e aumenta a pressão para um novo corte da taxa de referência", refere o economista-chefe do banco Forts, Nick Kounis.
Esta é a quarta vez, que o BCE corta os juros em pouco mais de três meses. Nos Estados Unidos, a Reserva Federal já cortou a taxa directora para um intervalo entre 0 e 0,25% e o Japão fixou os juros em 0,1%.
Reuters

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Neva em Vila Real



Fotos enviadas pela minha sobrinha Cátia.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Ferrari apresentou o F60

F C Porto 0 Trofense 0

Voltámos ao mesmo.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Ron Dennis: "Pusemos as diferenças de lado pela F1"

Durante a sua participação no Autosport International Show, Ron Dennis, o líder da equipa anglo-germânica, McLaren-Mercedes, considerou o ano de 2009, ano de "grandes desafios".
Ron Dennis referiu que o tudo está a correr dentro do previsto, ou até melhor do que o inicialmente esperado, com o novo monolugar a ser apresentado na próxima sexta-feira. No entanto, a próxima temporada promete muitas novidades.
"Há muitos novos desafios este ano - novos regulamentos aerodinâmicos, pneus slick - com cada um a oferecer os seus próprios desafios", começou por dizer, acrescentando que o KERS é o maior de todos os desafios.
"Julgo que estamos muito fortes [em relação ao KERS]. Despendemos muito tempo a analisar cada tecnologia em particular para decidir qual escolher. No fim, decidimos por um sistema electro-mecânico. Até agora, o trabalho que tem sido feito por nós e pela Mercedes-Benz High Performance Engines tem corrido bem", asseverou o britânico, lembrando os desafios técnicos daquela nova tecnologia.
"É extremamente desafiante, e é uma tecnologia de ponta. Não há nenhum lugar onde a possamos comprar. Temos que a inventar, desenvolvê-la, desenhá-la e testar tudo, porque enquanto que os princípios da recuperação de energia são conhecidos para todos, na verdade a sua execução em carros de alta performance é virtualmente desconhecida", reforçou, dando indicações de que a McLaren-Mercedes poderá ser uma das poucas equipas a alinhar com o KERS na primeira prova.
"Julgo que estamos fortes mas só o tempo o dirá. Certamente o primeiro GP dará uma indicação", referiu.
Aproveitando para tecer novos elogios à sua dupla de pilotos para 2009, Dennis recordou, uma vez mais os últimos quilómetros do GP do Brasil que deu o título a Lewis Hamilton: "Se estava tudo sob controlo? Claro que sim! Espero que tenha sido tão emocionante para vocês quanto o foi para mim", referiu.
In "AutoSport On-Line"

sábado, 10 de janeiro de 2009

"Infâncias" - Poema da minha irmã Didium

Continuo à espera!
O vento não me levou,
o cavalo alado não chegou
na nuvem branca de algodão.
Não fui com as aves,
embora a porta estivesse aberta.
Escutei os sons da noite,
mas ninguém me chamou.
De mansinho fechei a porta,
e relembrei outros tempos
da meninice, em tropelia,
ao lado do companheiro de então ,
atentos ao jogo das caricas, no chão.
A porta fechada passou a estar,
mas, porque o sono traz o sonho,
abri a janela de par em par!
maria eduarda

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Natal em Paris - 2008 - Vinho Quente e Kebab

Nunca tinha bebido vinho quente nem comido kebab. Bebe-se e come-se bem. Aqui ficam a receita do vinho quente e o que é kebab.
VINHO QUENTE
INGREDIENTES:Vinho tinto, Canela em pau, Cravo, Gengibre picado, 2 xícaras de chá de açúcar, 2 xícaras de chá de água, Frutas picadas (maçã, abacaxi, uva e pêssego)
MODO DE PREPARO:
Leve todos os ingredientes ao fogo menos o vinho e as frutas e deixar ferver até soltar o sabor. Retire do fogo e acrescente o vinho. Leve ao fogo novamente até levantar fervura. Retire do fogo e acrescente as frutas. Mantenha sempre quente.
Döner kebab
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A carne do döner é fatiada de um espeto giratório. Atrás dele, a grelha a gás, utilizada para assar a carne.
Döner kebab (em turco: döner kebap, literalmente "espeto giratório") é um prato nacional turco, feito de carne assada num espeto vertical e fatiada antes de ser servida. A carne pode ser de cordeiro, carneiro, bovina, caprina ou frango. Alguns dos nomes alternativos também utilizados para o prato, muito comum em todo o Oriente Médio e na região européia dos Bálcãs, são kebab, donair, döner, ντονερ, doner ou donner. O döner kebab também está relacionado a diversos outros pratos similares das culturas vizinhas, como o shawarma e o gyros. Uma versão desenvolvida para agradar o gosto dos alemães, feita por imigrantes turcos residentes em Berlim, tornou-se uma das fast-foods mais populares da Alemanha, e muitos expatriados turcos exportam os döners "alemães" de volta para seu país natal.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

sábado, 3 de janeiro de 2009

Natal em Paris - 2008 - A viagem

Fomos com a Air France, num Airbus A320. De Lisboa para Paris a viagem foi tranquila, sem problemas. De Paris para Lisboa, foi com muita turbulência, e ficámos, já perto de Lisboa, mais 15 minutos à espera de autorização da torre de controlo.
No Aeroporto Charles de Gaulle, quer à chegada quer à partida, o percurso de e para o avião foi efectuado através de manga. Em Lisboa foi de autocarro.






terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Natal em Paris

Passei o Natal em Paris com a mulher, os 3 filhos e a namorada do Hugo, o primogénito. Nunca tinha lá estado. Gostei. Tirei muitas fotos. Guardei bilhetes de tudo, mas sobretudo ficou na minha memória os belos dias que passámos juntos, felizes.
Foi a primeira vez para várias coisas, para além de nunca ter ido a Paris. Não comi bacalhau no dia 24 e no dia 25 estava na rua. E sobretudo, foi o 1º Natal que não estive com a minha irmã Didium. Não estive é uma maneira de dizer. Ela está sempre comigo.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Mamma Mia

Para quem gosta de musicais e em especial dos ABBA. Inesquecível.

domingo, 21 de dezembro de 2008

Em Paris


quinta-feira, 18 de dezembro de 2008