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quarta-feira, 27 de maio de 2026

quarta-feira, 20 de maio de 2026

quinta-feira, 23 de abril de 2026

23.04 - DIA MUNDIAL DO LIVRO E DOS DIREITOS DE AUTOR


Exploração Imaginativa: A leitura permite "voar sem ter asas" e "navegar em um mar de palavras", soltando a imaginação.
Novos Mundos e Perspectivas: Cada livro oferece um destino diferente, desafiando a nossa forma de pensar e ampliando horizontes.
Acesso à História e Culturas: É possível conhecer pessoas, lugares, épocas e culturas distantes, compreendendo melhor a humanidade.
Conhecimento e Reflexão: A leitura é descrita como um dos melhores exercícios para a mente e uma forma de aprender com experiências passadas.

quinta-feira, 12 de março de 2026

A MINHA BIBLIOTECA - MÁRIO ZAMBUJAL

1981 - EDIÇÃO PARA O CÍRCULO DOS LEITORES
1983 - EDIÇÃO PARA O CÍRCULO DE LEITORES
1986 - EDIÇÃO PARA O CÍRCULO DE LEITORES
2011 - 1ª EDIÇÃO - CLUBE DE AUTOR
2012 - 1ª EDIÇÃO - CLUBE DE AUTOR 
2015 - 1ª EDIÇÃO - CLUBE DE AUTOR

 

ANTÓNIO LOBO ANTUNES - MEMÓRIA DE ELEFANTE - 1979


 Publicações Dom Quixote - 17ª Edição - Março de 1997 

quinta-feira, 5 de março de 2026

ANTÓNIO LOBO ANTUNES - OS CUS DE JUDAS


 Edição para o Círculos de Leitores - Setembro de 1984

sábado, 21 de fevereiro de 2026

1961 - "A Dúvida" de Leonel Cosme - Coleção Imbombeiro

O tema central de "A Dúvida" é a atitude crítica perante o contexto social angolano sob o regime colonial.
Embora a obra utilize protagonistas europeus — que eram comuns na literatura colonial da época — Leonel Cosme afasta-se do "romance colonial" tradicional. Em vez de idealizar a presença portuguesa, ele foca-se em:
  • Confronto Social: A obra examina as tensões e as realidades da sociedade angolana do início da década de 60, pouco antes ou durante o início do conflito armado.
  • Identidade e Ética: Através da "dúvida", o autor explora os dilemas morais daqueles que viviam entre a estrutura colonial e a realidade humana da terra africana.
  • Testemunho Intelectual: O livro é parte de um esforço maior do autor em (re)pensar a relação entre Portugal e o Atlântico Sul, questionando conceitos como o lusotropicalismo.
O título reflete, assim, a incerteza e o questionamento sobre o futuro de Angola e o papel do colonizador num sistema em transformação.
Sobre o Autor: Leonel Cosme
Leonel Cosme (1934–2021) foi um destacado poeta, ficcionista, ensaísta e jornalista.
Percurso em Angola: Emigrou para Angola em 1950, onde trabalhou na rádio e na imprensa escrita, além de ser uma figura central na dinamização cultural de Sá da Bandeira.
Outras Obras Relevantes: Além de A Dúvida, publicou títulos como Um Homem na Rua (1958), Quando a Tormenta Passar (1959) e o ensaio Cultura e Revolução em Angola (1978).
Legado: É reconhecido pelo seu "testemunho intelectual de grande qualidade" e pelo amor à terra e ao povo angolano, visível em obras posteriores como A Separação das Águas.
Atualmente, o livro é considerado uma peça rara de colecionador, encontrando-se ocasionalmente em livrarias alfarrabistas como a Livraria Alfarrabista Liliana Queiroz.

sábado, 12 de abril de 2014

Longe é Um Bom Lugar (o resto são histórias) - Mário Zambujal - 2011

Não lia Zambujal desde o anos 80 ("Crónica dos Bons Malandros","Histórias do fim da rua" e "À Noite logo se vê").
Longe é Um  Bom Lugar (o resto são histórias)  traz uma sequência de pequenas histórias, publicadas na revista Tempo Livre, do Inatel. A história de Tânia e o resto são (também) histórias partilham da qualidade da escrita de Mário Zambujal e da sua linguagem muito própria, repleta de ironia, irreverência e boa disposição.
Gostei.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

" O Anjo Branco" - José Rodrigues dos Santos

Nunca tinha lido José Rodrigues dos Santos.
Terminei a leitura de "O Anjo Branco". Gostei. Não sei se foi por se passar quase todo em África, se foi por a personagem principal ser baseada no seu Pai, nem sei se foi pela escrita simples...
Só lendo outro é que vou concluir se continuo ou se fico por aqui.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Mitos e paradoxos da história económica - Paul Bairoch - Editora Terramar - 1993

Certos mitos económicos têm uma longa vida. A ideia de considerar o século XIX como o paraíso do livre-câmbio ou então a de que a prosperidade do Ocidente foi construída tendo por fundação a pilhagem das colónias alimentam tantos certos entusiasmos como certos repúdios. Mas o seu principal inconveniente reside na sua falsidade.
Paul Bairoch, que foi um reputado especialista da história económica, empreendeu neste livro, unanimemente reconhecido como um ensaio lúcido e de grande riqueza documental, a difícil tarefa de demolir uma vintena de ideias feitas, largamente difundidas.

sábado, 25 de junho de 2011

Mandela - A construção de um homem - António Mateus

Excelente livro, para ficarmos a admirar ainda mais Madiba.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Em Paz Por Terras de Angola

“Angola era o mais belo, rico e promissor País do Mundo”. Quantas e quantas vezes já teremos ouvido estas palavras? Sejam elas proferidas por portugueses que viveram nesta ex-colónia, angolanos que visitam o nosso País, historiadores, jornalistas, enfim, todos são unânimes na descrição que fazem deste grandioso País africano que, outrora, esteve na vanguarda do progresso e do desenvolvimento em África.
Este livro é a prova irrefutável da veracidade dessas palavras. Angola era, realmente, um País único no Mundo, palco de riquezas indescritíveis e de uma beleza inigualável em qualquer outro ponto do Globo. Entre 1970 e 1975, numa épica viagem que levou Jean Charles Pinheira a percorrer quase 200.000 quilómetros por terras de Angola, a objectiva deste fotógrafo luso-francês captou imagens irrepetíveis, provas concretas de um País que, afinal, não vive apenas no imaginário de quem o viu: vive também aqui, nas imagens mágicas de Jean Charles Pinheira.
Das grandes metrópoles às savanas selvagens, das planícies às regiões montanhosas, dos desertos às florestas, nada escapou à objectiva de Jean Charles. Fauna e flora, indústria e gentes de Angola, tudo está aqui retratado, como que a legitimar as descrições que sempre nos fizeram de um País que existiu, deixou de existir e, agora, tenta renascer imponente, poderoso e capaz de ombrear com as maiores economias do Mundo.
A complementar as imagens que nos comovem e seduzem, os emocionantes e sentidos textos do angolano Sandro Bettencourt, jornalista com mais de 10 anos de carreira em Portugal, transportam o leitor para outro tempo, para outro espaço, para um Mundo que só é possível aqui, nas páginas desta magnífica obra. Um Mundo de Paz por Terras de Angola…
In Zebra Publicações On Line

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

O Regresso da economia da depressão e a crise actual - Paul Krugman

Para se perceber a crise. Muito bom.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Paul Samuelson - 15.05.1915 - 13.12.2009

O economista Paul Samuelson morreu, este domingo, aos 94 anos, indicou o MIT, instituto onde estava desde 1940. O trabalho deste Prémio Nobel da Economia foi fundamental para o estabelecimento das bases da economia moderna.

O economista Paul Samuleson morreu, este domingo, aos 94 anos de idade, na sua casa no Massachusetts, nos EUA, indicou o Massachusetts Institute of Technology (MIT).

O trabalho do Prémio Nobel da Economia de 1970 foi fundamental para a base da economia moderna, uma vez que aplicou uma análise matemática rigorosa para explicar o equilíbrio entre os preços e entre a oferta e procura.

Samuelson ficou ainda conhecido pelo seu livro «Economia: uma Análise Introdutória» que foi traduzido em 40 línguas e vendeu mais de quatro milhões de cópias desde a sua publicação em 1948.

Na nota que publicou no seu site, o MIT recordou que esta foi a obra económica «mais vendida de sempre» e que Samuelson era um dos «economistas mais importantes do planeta durante o último meio século».

Paul Anthony Samuelson, que foi professor de personalidades como Ben Bernanke, presidente da Reserva Federal, e Paul Krugman, estava no MIT desde 1940, altura em que este instituto ainda não formava alunos na área da economia.

Nascido em Gary, no Estado de Indiana, em 1915, este economista foi conselheiro dos presidentes JF Kennedy e Lyndon Johnson, tendo durante anos escrito uma coluna de opinião na revista Newsweek.


MEU COMENTÁRIO: Comprei este livro, em 1984, para a cadeira de Economia, e comecei a gostar da disciplina.

sábado, 22 de agosto de 2009

A Mãe de Mia Couto e a minha Mãe


Acabei de ler E SE OBAMA FOSSE AFRICANO? E OUTRAS INTERINVENÇÕES.

E na página 199, Mia Couto conta um episódio por ele vivido, e por mim, também, em lugares diferentes e distantes, mas do mesmo continente.
E sua Mãe responde-lhe exactamente como a minha me respondeu.


Pág.199 e 206
Um dos meus momentos mais antigos é o seguinte: estou sentado, de braços estendidos, frente à minha mãe que vai enrolando um novelo de lã a partir de uma meada suspensa nos meus pulsos. Era eu menino, mas aquela tarefa era mais do que uma incumbência: eu estava dando corpo a um ritual antiquíssimo, como se houvesse antes de mim uma outra criança em cujos braços se enrolava o mesmo infinito fio de lã. Esta persistente lembrança, que eu saboreio como uma sombra eterna, é quase uma metáfora do trabalho da memória: um fio ténue, juntando-se a outros fios que se enroscam num redondo ventre.
...esse momento tão cheio de sossego tem outra versão. Se perguntarem à minha mãe ela dirá que aquilo era um inferno. É assim que ela me responde ainda hoje: “Tu não paravas quieto, queixavas-te que aquilo não era tarefa para um rapaz e eu tinha de te dar umas sapatadas para não ensarilharmos o novelo”.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

"Angola, Terra Prometida" de Ana Sofia Fonseca

Fui, com muito gosto, à apresentação do livro "Angola, Terra Prometida" da autoria da Jornalista Ana Sofia Fonseca, a convite da sua editora. Perguntou-me outra dia, se podia colocar no seu novo livro, os bilhetes de cinema do Odeon e do Arco Íris, que coloquei neste meu blog. Autorizei com muito gosto. Colocou os bilhetes e também, o verso do postal alusivo à ida do Joselito ao Odeon.
Ainda não li o livro todo. Mas as partes que li, relativas às corridas de carros, ao cinema, a Sá da Bandeira/Lubango gostei. Gostei essencialmente por a descrição da vida dos portugueses em Angola ser desprovida de qualquer exaltação e glória, contrapondo com alguns bem tristes episódios de que foram vítimas os filhos de Angola.
Limita-se a escrever (bem) as histórias que lhe contaram, enquadrando-as historicamente acompanhadas por fotos, documentos, etc.
O passado é passado, e sem o compreender não temos futuro.