A temporada de Fórmula 1 de 1958 foi uma das mais trágicas da história da categoria, marcada pela morte de quatro pilotos durante corridas que contavam para o Campeonato Mundial.
Os pilotos que faleceram em acidentes de corrida em 1958 foram:
A temporada de Fórmula 1 de 1958 foi uma das mais trágicas da história da categoria, marcada pela morte de quatro pilotos durante corridas que contavam para o Campeonato Mundial.
Os pilotos que faleceram em acidentes de corrida em 1958 foram:
Nicha Cabral, foi o primeiro piloto português a competir na Fórmula 1 , estreando-se em 1959 no Grande Prémio de Portugal, no circuito de Monsanto, com um Cooper T51/Maserati. Competindo em 4 GP de F1 entre 1959 e 1964, destacou-se pela sua irreverência e longevidade no desporto, falecendo em 2020 aos 86 anos.
A Walter Wolf Racing foi uma equipa canadiana de Fórmula 1 (1976-1979), fundada pelo empresário Walter Wolf após adquirir a Frank Williams Racing Cars. A equipa estreou-se com sucesso em 1977, alcançando 3 vitórias e o 4º lugar no mundial de construtores com Jody Scheckter, antes de ser vendida à Fittipaldi Automotive em 1980.
A Câmara Municipal de Almada tem implementado desfibrilhadores em vários pontos do concelho, com foco em instalações desportivas e centros de atividades. Locais com equipamentos identificados:
Pavilhão Municipal da Charneca de Caparica
Pavilhão Municipal da Costa de Caparica
Complexo Municipal dos Desportos (Feijó)
Almada Business Center (Pragal)
Rotunda dos Bancos (Almada)
A morte súbita cardíaca é causada por uma arritmia cardíaca, denominada fibrilhação ventricular, que impede o coração de bombear o sangue. O único tratamento eficaz para a fibrilhação é a desfibrilhação elétrica que consiste na administração de choques elétricos ao coração parado, possibilitando que o ritmo cardíaco volte ao normal. Nestes casos, a probabilidade de sobrevivência é tanto maior quanto menor for o tempo decorrido entre a fibrilhação e a desfibrilhaçãoA experiência internacional demonstra que, em ambiente extra-hospitalar, a utilização de DAE por pessoal não médico aumenta significativamente a probabilidade de sobrevivência das vítimas. A existência de Desfibrilhadores Automáticos Externos nos locais que recebem público e onde se concentram ou circulam pessoas, aumenta as probabilidades de salvamento da vida humana e evitando-se a ocorrência de sequelas resultantes de episódios de paragem cardíaca, pelo que se justifica largamente a disponibilidade destes equipamento.
Estatisticamente, quatro em cada cinco paragens cardiorrespiratórias ocorrem em casa ou na via pública).
Fonte: C M Almada