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sábado, 28 de fevereiro de 2009

O 2CV, em madeira do meu primo Zé Paulo

O Zé Paulo, pouco mais velho do que eu, para além de meu primo, foi um companheiro de brincadeiras, na minha infância e adolescência, em Angola.
Sempre teve talento para o desenho, trabalhos manuais, etc. Era o arquitecto das nossas pistas de esferovite, onde fazíamos corridas de dinky/corgy toys.
Uma vez, fizemos uma cidade em cima de uma placa de contraplacado, com casas recortadas e montadas, tudo direitinho. Com uma pista incluída, naturalmente. Tinha até, um quartel de bombeiros, com pronto socorro, ambulâncias, etc. Para a inauguração do quartel dos Bombeiros, convidámos o Comandante dos Bombeiros de Sá da Bandeira, meu Pai, para partir a garrafa de champanhe. E assim aconteceu.
Por isso não estranhei, quando me apresentou este 2CV , feito numa peça única de madeira. Grande trabalho e grande talento.
Aproveita, faz o gosto ao dedo e ganha umas "massas". Força Zé. Parabéns.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Natal em Paris - 2008 - Château de Versailles



Não conseguimos visitar o palácio por nossa culpa, pois chegamos já tarde. Fica para a próxima visita a Paris. De qualquer maneira tirámos algumas fotos do lado de fora.
O Palácio de Versalhes (em francês Château de Versailles) é um château real localizado na cidade de Versalhes, uma aldeia rural à época de sua construção, mas actualmente um subúrbio de Paris. Desde 1682, quando Luís XIV se mudou de Paris, até que a família Real foi forçada a voltar à capital em 1789, a Corte de Versalhes foi o centro do poder do Antigo Regime na França.
Em 1660, de acordo com os poderes reais dos conselheiros que governaram a França durante a menoridade de Luís XIV, foi procurado um local próximo de Paris mas suficientemente afastado dos tumultos e doenças da cidade apinhada. Paris crescera nas desordens da guerra civil entre as facções rivais de aristocratas, chamada de Fronde. O monarca queria um local onde pudesse organizar e controlar completamente um Governo da França por um governante absoluto. Resolveu assentar no pavilhão de caça de Versalhes, e ao longo das décadas seguintes expandiu-o até torná-lo no maior palácio do mundo. Versalhes é famoso não só pelo edifício, mas como símbolo da Monarquia absoluta, a qual Luís XIV sustentou.
Considerado um dos maiores do mundo, o Palácio de Versalhes possui 2.000 janelas, 700 quartos, 1.250 lareiras e 700 hectares de parque. É um dos pontos turísticos mais visitados de França, recebe em média oito milhões de turistas por ano e fica a três quarteirões da estação ferroviária. Construído pelo rei Luís XIV, o Rei Sol, a partir de 1664, foi por mais de um século modelo de residência real na Europa, e por muitas vezes foi copiado.
Incumbido da tarefa de transformar o que era o pavilhão de caça de Luís XIII, no mais opulento palácio da Europa, o arquiteto Louis Le Vau reuniu centenas de trabalhadores e começou a construir um novo edifício ao lado do já existente. Foram assim realizadas sucessivas ampliações - apartamentos reais, cozinhas e estábulos - que formaram o Pátio Real.
Le Vau, não conclui as obras. Após sua morte Jules Hardouin-Mansart tornou-se, em 1678, o arquiteto responsável por dar continuidade ao projeto de expansão do palácio. Foi quem construiu o Laranjal, o Grande Trianon, as alas Norte e Sul do Palácio, a Capela e a Galeria de Espelhos (onde foi ratificado, em 1919, o Tratado de Versalhes). A última, trata-se de uma sala com 73m de comprimento, 12,30m de altura e iluminada por dezessete janelas que têm a sua frente, espelhos que refletem a vista dos jardins.
Em 1837 o castelo foi transformado em museu de história. O palácio está cercado por uma grande área de jardins, uma série de plataformas simétricas com canteiros, estátuas, vasos e fontes trabalhados, projetados por André Le Nôtre. Como o parque é grande, um trem envidraçado faz um passeio entre os monumentos.
In Wikipédia

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

"Da Nossa Mãe"

Das estrelas adquiro a luz,
que me conduz à tranquilidade;
Das trevas, o silêncio,
onde aguardo com serenidade;
Da lua, agarro a paz, a cor branca,
e coloco-a no estar, no ser franca;
Do sol abrasador, o calor,
que reflicto no amor;
Da chuva, recolho a pureza,
a limpidez,usada na sensatez.
Mas, do céu ,deixo ficar o azul,
que é o eterno olhar
daquela que em mim,
tem sempre um lugar
impossível de selar.
(23 de Fevereiro de 1931)
maria eduarda

domingo, 22 de fevereiro de 2009

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Morreu José Megre

Quando cheguei a Portugal, em 1975, e comecei a interessar-me pelos ralis, associei sempre, José Megre a desportivismo, aventura e paixão pelos automóveis.
José Megre faleceu esta manhã, vítima de doença prolongada. A sua partida representa uma perda inestimável para o automobilismo português.
Nascido a 26 de Março de 1942, em Lisboa, José Megre desde cedo se começou a interessar por automóveis.
Depois de efectuar um Curso de Engenharia Mecânica com especialização em Automóveis em Londres, Inglaterra (1963-66), Megre decidiu participar nalgumas competições automóveis, em especial no Todo-o-Terreno, de entre as quais se destacam as participações pioneiras no Dakar ao volante dos saudosos UMM.
Aliás, a partir de 1982, Megre passou a dedicar-se exclusivamente à disciplina de todo-o-terreno como piloto, ao que se seguiu a criação e organização das maiores provas desportivas internacionais desta especialidade que ainda hoje se realizam em Portugal, das quais são exemplo a Baja de Portalegre, Baja de Portugal Vodafone 1000, Rally Transibérico, 24 Horas de TT de Fronteira ou o Transportugal.
Para além das suas participações no rali Paris-Dakar, foram também relevantes as suas participações no rali Paris Cidade do Cabo e Paris-Moscovo-Pequim, entre várias outras provas internacionais de todo o terreno.
Desde 1987 foi o responsável pela criação e organização de várias expedições intercontinentais em África, Ásia e Américas, todas elas com um mínimo de 15 mil quilómetros. É o sócio número 1 e co-fundador do Clube Todo o Terreno, criado em 1982, e Presidente e co-fundador do Clube Aventura, iniciado em 1984.
De salientar, ainda, os 30 anos dedicados ao sector automóvel, como Director Técnico, Administrador e finalmente Consultor do Grupo Entreposto nas seguintes marcas: 20 anos com a Datsun Nissan, três anos com a Renault Camiões, e finalmente nove com a Porsche.
Hoje irá realizar-se uma missa de corpo presente na Basilica da Estrela, pelas 22h. Amanhã, a missa será às 10h30, com o funeral a partir da Estrela em direcção a Águas, Penamacor.
In AutoSport Online

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

domingo, 15 de fevereiro de 2009

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Natal em Paris - 2008 - Opéra National de Paris

http://www.operadeparis.fr/cns11/live/onp/site/




A Ópera Nacional de Paris (em francês Opéra national de Paris) é uma instituição musical, sucessora da fundada em Paris por Luís XIV em 1669 com o nome de "Academia Real de Música" (Académie Royale de Musique). É uma das mais antigas instituições do gênero do mundo.
Foi citada no livro "O Fantasma da Ópera" de Gaston Leroux. O escritor aproveitou um incidente com o lustre do teatro e escreveu uma das histórias mais lidas do mundo.


quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Está bem... façamos de conta

Por Mário Crespo
Jornal de Notícias
Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal. Que não houve tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões (contos, libras, euros?).
Façamos de conta que a Universidade que licenciou José Sócrates não está fechada no meio de um caso de polícia com arguidos e tudo.Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês.
Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível.
Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das "melhores posições no Mundo" para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu.
Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média. Façamos de conta que o "Magalhães" é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo. Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que "quem se mete com o PS leva". Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de "malhar na Direita" (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda).
Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport.
Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por "onde é que eu ia começar" a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal.
Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a "falta de liberdade". E Manuel Alegre também. Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus.
Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores.
Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República.
Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso.
Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

F C Porto 1 S L B 1

Terminado o clássico do Dragão, há dois tipos de alegação possível. Para uns, escreveu-se direito por linhas tortas; para outros, um erro do árbitro interferiu no desfecho da partida, na classificação da Liga Sagres e, quem sabe?, até no desenvolvimento futuro da prova, pois este era um jogo em que a vitória de um dos contendores o deixaria em vantagem para um futuro desempate directo. Deixando para trás a má decisão do árbitro, pode afirmar-se que o FC Porto-Benfica ficou aquém do esperado no tocante a expectativas para quantos acreditavam poder assistir a um grande espectáculo.
In Jornal "O Jogo"

A Ferrari na Fórmula 1 - Anos 50



domingo, 1 de fevereiro de 2009