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domingo, 31 de maio de 2009

Final da Taça de Portugal - FC Porto 1 FC Paços Ferreira 0

Pinto da Costa renovou o contrato com Jesualdo Ferreira por mais 2 anos. Inédito e inexplicável.

sábado, 30 de maio de 2009

domingo, 24 de maio de 2009

G P Mónaco - F 1

sábado, 23 de maio de 2009

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Montepio "preparado" para comprar BPN

O Montepio admite comprar o Banco Português de Negócios (BPN), desde que as condições de venda não impliquem assumir o "buraco" de 1,8 mil milhões de euros já identificado na instituição que o Estado nacionalizou em Novembro passado. O interesse da instituição mutualista no BPN foi confirmado ao Negócios pelo seu presidente, António Tomás Correia.
O Montepio admite comprar o Banco Português de Negócios (BPN), desde que as condições de venda não impliquem assumir o "buraco" de 1,8 mil milhões de euros já identificado na instituição que o Estado nacionalizou em Novembro passado. O interesse da instituição mutualista no BPN foi confirmado ao Negócios pelo seu presidente, António Tomás Correia."O Montepio está preparado para encarar uma operação de consolidação que surja no mercado, com dimensão e que esteja ajustada às nossas metas. O BPN encaixa nos nossos objectivos", afirmou o gestor ao Negócios, no dia em que o ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, admitiu privilegiar o cenário de venda daquela instituição.
In "Jornal de Negócios"

sábado, 16 de maio de 2009

V Gala de Artes Marciais do Concelho do Seixal - 15-05-2009

O Guilherme participou na Gala de Artes Marciais, no âmbito do Aniversário da Vila de Corroios, e através do clube "Grupo Desportivo do Alto do Moínho".



As "europeias" Destina-se a quê? A favorecer a vidinha de algumas pessoas

Baptista Bastos
A Europa é sempre dos mesmos
A Europa não possui dirigentes à altura das circunstâncias. A crise avassaladora, que atirou para o desemprego, para a miséria e para o desespero mais angustiante milhões e milhões de europeus, é uma bomba atómica social que...
A Europa não possui dirigentes à altura das circunstâncias. A crise avassaladora, que atirou para o desemprego, para a miséria e para o desespero mais angustiante milhões e milhões de europeus, é uma bomba atómica social que não demorará a eclodir. Ainda não há muito, o jornalista Jean Daniel, pouco propenso a alarmismos, advertia, em "Le Nouvel Observateur", para as latentes ameaças e dos perigos larvares pressentidos um pouco em todos os países.
Mas parece que os dirigentes demonstram uma indiferença tão leviana como aterradora.
Examinamos o sorriso tolo permanentemente exposto pelo apenas concebível Durão Barroso, ouvimos os discursos que pronuncia, e entendemos, imediatamente, o carácter frívolo, infantil e despreocupado de um homem politicamente sem alma, sem força e sem destino. O destino de Durão Barroso é, afinal, os ajustes à sua vidinha.
Aliás, "aquela" Europa, desconhecida pela esmagadora maioria dos europeus, está condenada a uma vacuidade. A fragmentação da União não é, somente, de características ideológicas. Trata-se de uma acentuada carência de convicções, não prevista pelos chamados "pais fundadores", que fundaram, feitas as contas, um saco de gatos - para não dizer um saco de escorpiões.
Nada sabemos uns dos outros. Olhamo-nos com desconfiança. E com um misto de inveja e de despeito em relação a países mais desenvolvidos. Mas a ignorância não é, exclusivamente, portuguesa. Creio, inclusive, que numerosos dirigentes europeus pouco ou nada conhecem das específicas realidades nacionais. Pensava-se que o problema dos pobres seria resolvido por uma Europa cheia de solidariedade, de atenções para com os mais débeis, de compaixão por todos os desfavorecidos. Mentira. A Europa que aí está favorece os mais ricos, os mais fortes e os mais poderosos, atirando, negligentemente, umas migalhas, e organizando-se para se defender de qualquer pretexto que não seja esse. A Europa Social é um mito, uma mentira, e uma aldrabice programada porque as classes mandantes sabiam muito bem o que estavam a fazer.
Foi-nos inculcada a ideia de que seríamos muito felizes, porque seríamos todos iguais. Nenhuma nação suplantaria as outras. As decisões seriam irmãmente tomadas, entre sorrisos e reverências amigáveis. Claro que só a exposição desta ideia mirífica era um absurdo. A União Europeia, no seu bojo, pretendia, unicamente e talvez exclusivamente, ser uma união económica, comandada pelos países mais desenvolvidos. Os Estados Unidos nem sequer se perturbaram, eles, em princípio os mais directamente ameaçados por essa hipotética hegemonia. Baralharam, deram as cartas, o sistema ficou na mesma. Não é bem assim. Ficou melhor para os mais ricos.
As desigualdades entre as nações não têm sido seriamente discutidas por ser um assunto desinteressante para o eixo económico que, realmente, manda, decide e resolve. O Parlamento Europeu serve para quê? É a reprodução dos parlamentos conhecidos. Há maiorias e minorias. Estas estarão sempre sob o jugo das primeiras. Lê-se o que por aí se edita nos jornais e aquilo é uma trapalhada dos diabos. Os chamados "especialistas" na Europa suscitam o sorriso melancólico de quem, somente, os tolera. Aquela senhora do "Público", que preopina, entrevista, comenta, cronica sobre os mais desvairados problemas "europeus" é supinamente ridícula e não dá por isso. A soberba com que ergue as sobrancelhas assusta quem, ocasionalmente, a ouve nas televisões. Não lhe cito o nome por piedade. E escreve pastelões de péssimo português, com a espessa arrogância dos que ocultam o desconhecimento com uma falsa cultura. Indico-a porque é o paradigma do mau gosto, da pesporrência e do possidonismo. É evidente que, mais tarde ou mais cedo, as coisas adquirirão a normalidade exigível e recomendável.
A campanha para as "europeias" não é somente sorna: é uma desonestidade. Destina-se a quê? A favorecer a vidinha de algumas pessoas (há as excepções da regra, mas são escassas e más) que precisavam de mais uns dinheiros de renda e de mudar de ares. Há anos, o incomparável António José Seguro, declarou, ao pesado e intragável "Expresso", estar cansadíssimo da política, mas perfeitamente aberto a ir para a Europa. E foi, com o emblema do PS na lapela. Este episódio tratei-o, e trato-o, cada vez que de ele me recordo. Porque o acho escabroso, ominoso e indigno. Sendo um partido do "arco do poder", o PS tem empregos à fartazana. O PSD está-lhe na peugada. Portas-te bem, vais para a Europa. Portas-te mal estás tramado. Não estou a cometer nenhuma mentira. Basta olhar em derredor, reparar nos candidatos a eurodeputados - e o vómito assaltará, necessariamente, as pessoas de bem. Tudo isto é triste, pequenininho e grotesco, mas é assim.
APOSTILA - Por duas ou três vezes assisti a um programa chamado "Cara a Cara" [TVI-24 horas]. Primeiro, porque Henrique Mendes e eu fomos os protagonistas de um outro, com o mesmo nome, exibido pela SIC-Notícias. Segundo, porque desejava ver as diferenças entre ambos. Fi-lo com a melhor das intenções e peito aberto. Logo no primeiro número, a coisa pareceu-me mais arruaça de feira do que civilizado diálogo entre dois proeminentes. Um dos proeminentes, o dr. Morais Sarmento, não tem jeito nenhum para aquilo. Perde a cabeça, é grosseiro e chega a ser insultuoso, quando não tem argumentos e a irracionalidade o assalta, o que, assustadoramente, é-lhe usual. Não chega à altura, nem tem o coturno cultural, político e intelectual do seu opositor, o dr. Augusto Santos Silva. Este, expõe um sorriso malicioso, nunca se exalta, reduz as declarações do dr. Morais a subnitrato, armadilha-o com desenvolta argúcia e procede a uma crudelíssima chacina mental. O espectáculo é deprimente para o dr. Morais. E um divertimento para os telespectadores que adoram chicana.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

domingo, 10 de maio de 2009

G P Espanha - F 1


sexta-feira, 8 de maio de 2009

"Angola, Terra Prometida" de Ana Sofia Fonseca

Fui, com muito gosto, à apresentação do livro "Angola, Terra Prometida" da autoria da Jornalista Ana Sofia Fonseca, a convite da sua editora. Perguntou-me outra dia, se podia colocar no seu novo livro, os bilhetes de cinema do Odeon e do Arco Íris, que coloquei neste meu blog. Autorizei com muito gosto. Colocou os bilhetes e também, o verso do postal alusivo à ida do Joselito ao Odeon.
Ainda não li o livro todo. Mas as partes que li, relativas às corridas de carros, ao cinema, a Sá da Bandeira/Lubango gostei. Gostei essencialmente por a descrição da vida dos portugueses em Angola ser desprovida de qualquer exaltação e glória, contrapondo com alguns bem tristes episódios de que foram vítimas os filhos de Angola.
Limita-se a escrever (bem) as histórias que lhe contaram, enquadrando-as historicamente acompanhadas por fotos, documentos, etc.
O passado é passado, e sem o compreender não temos futuro.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

BCE corta juros para 1% e acorda compra de 60 mil milhões de euros de obrigações titularizadas

O Banco Central Europeu (BCE) anunciou um novo corte de juros para a Zona Euro de 25 pontos para 1%. O mercado já estava a antecipar este corte, e os economistas acreditam que será o último. Mais do que a descida de juros, o mercado aguardava as declarações de Jean-Claude Trichet para saber se o BCE vai implementar outras medidas além das alterações de juros.
E assim, o BCE decidiu alargar a maturidade dos empréstimos aos bancos para um ano. A primeira operação nesta maturidade será feita em Junho. O banco central anunciou também que os governadores acordaram o princípio do Eurosistema comprar obrigações titularizadas aos bancos. Os pormenores serão conhecidos apenas na próxima reunião, mas Trichet avançou que estão a apontar para a compra de 60 mil milhões de euros.Trichet anunciou ainda que o Banco Europeu de Investimento passará a poder recorrer aos empréstimos do BCE de forma a poder responder aos pedidos de financiamento adicional que tem pedido.Com esta decisões o BCE diz que pretende encorajar os bancos a emprestar dinheiro à economia e aliviar as pressões de financiamento a bancos e empresas. O banco central foi ao encontro dos que pediam medidas mais agressivas de combate à crise.
In Jornal de Negócios On line

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Morreu Vasco Granja

Responsável editorial, cineclubista, crítico, divulgador e investigador de banda desenhada e de cinema de animação, Vasco de Oliveira Granja, nasceu em Lisboa, a 10 Julho de 1925. Frequentou a Escola Industrial Machado de Castro, depois de ter concluído a Instrução Primária, tendo começado por trabalhar, com 15 anos, nos Armazéns do Chiado, inicialmente na secção de amostras, depois na publicidade.Depois dos Armazéns do Chiado, vendeu lotarias durante cerca de 16 anos, aos balcões da Casa Travassos, situada no Chiado, meio artístico e literário por excelência na Lisboa de meados do século XX, o que lhe permitiu conhecer diversas personalidades nas tertúlias que frequentava, tanto artistas como escritores. Desses contactos, nasceu o convite para ingressar na Editora Arcádia, no final dos anos 50, onde lidou com autores de grande relevo, como Aquilino Ribeiro, Jaime Cortesão ou Hernâni Cidade, tendo sido o secretário do director literário da editora, Fernando Namora.Posteriormente, trabalhou na Livraria Bertrand durante cerca de 30 anos, onde fez de tudo um pouco, no que hoje se designa por coordenação editorial e revisão, fazendo todo o tipo de contacto com autores, tradutores, ilustradores e maquetistas.Em termos políticos, a sua militância no PCP (Partido Comunista Português) desde a década de 50 custou-lhe a prisão por dois anos, tendo estado nas Prisões do Aljube, de Caxias e de Peniche, por exibição de filmes não autorizados pela censura.Ávido amante da leitura e do Cinema, desde novo que frequentou as principais bibliotecas lisboetas e todas as sessões de filmes que lhe era possível, a que não faltou o complemento obtido com a leitura da revista Animatógrafo , dirigida por António Lopes Ribeiro.Foi cineclubista durante largos anos, tendo feito legendagem de filmes e, enquanto membro do Cine-Clube Imagem, iniciou as funções de pesquisa e divulgação do cinema de animação, visitando o Festival de Animação de Annecy, em 1960, que foi o primeiro do género em todo o Mundo. Durante a edição de 1967 do mesmo Festival, teve oportunidade de visitar uma grande exposição de banda desenhada no Museu de Artes Decorativas ("Bande Dessinée et Figuration Narrative"), que o veio a marcar profundamente, despertando o seu interesse para a Nona Arte (termo atribuído durante a década de 60 à BD, tal como o cinema é conhecido por Sétima Arte).O contacto estabelecido em Annecy levam-no a conhecer os organizadores do Festival, que também estavam ligados ao Salão de Lucca (Itália), dedicado à BD e que mais tarde viriam a estar ligados ao Salão de BD de Angoulême, em França, o maior certame europeu do género, que se realiza todos os anos desde 1974.No domínio do cinema de animação, esteve presente nas principais iniciativas realizadas em países como Espanha, França, Itália, (antiga) Jugoslávia e Canadá, tendo sido membro de vários júris, o mesmo sucedendo nos dois primeiros (então) Salões de Angoulême, em 1974 e 1975.A sua permanência na Livraria Bertrand durante três décadas coincidiu com a aposta no mercado da banda desenhada, quer pela edição de álbuns, então pouco conhecidos (a partir da década de 60), quer pela publicação de revistas, de que se realça a versão portuguesa da Tintin , célebre semanário de BD, criado na Bélgica em 1946, ligado às Éditions du Lombard e ao famoso herói criado por Hergé. Esta versão portuguesa, que saiu entre 1968 e 1982, teve a particularidade de integrar não só o material proveniente da revista original mas também de outras que lhe eram concorrentes, Spirou (da Dupuis) e Pilote (da Dargaud), razão pela qual tinha um considerável leque das melhores e mais populares bandas desenhadas franco-belgas da época.Na Tintin portuguesa, Vasco Granja foi responsável pela realização e tradução de dezenas de artigos sobre os mais diversos aspectos do cinema de animação e da banda desenhada, para além de ter entrevistado alguns dos grandes nomes dos quadradinhos, não deixando de se deslocar a Paris, a Bruxelas e aos grandes salões (nomeadamente Lucca, em Itália, e Angoulême, em França), mantendo deste modo os fiéis leitores da revista a par das mais importantes novidades. Nos últimos dois anos da Tintin (1981-1982), para além de incansável colaborador, assumiu a direcção da revista, tendo sido responsável por diversas inovações, como o aparecimento de Corto Maltese, emblemática personagem criada pelo italiano Hugo Pratt, de Spirit, do estado-unidense Will Eisner e de autores portugueses, com o intuito de alargar a linha editorial.Uma decisão administrativa da editora, pôs um fim abrupto a um periódico que marcou duas gerações de leitores, sem que as derradeiras histórias pudessem ser concluídas (pois tratava-se de histórias de continuação), fim verdadeiramente inglório para tão prestigiada revista.Ainda na Livraria Bertrand, foi também o director da efémera revista de BD Spirou (na sua II série, em 1979), que teve duração de 32 números semanais e que nunca se conseguiu impor face à sua congénere e concorrente Tintin .Depois do 25 de Abril foi presença regular nos ecrãs da televisão durante 16 anos (entre Junho de 1974 e meados de 1990), apresentando um total de 1040 programas na RTP (Rádiotelevisão Portuguesa), sobre histórias aos quadradinhos e desenhos animados, que lhe permitiu dar a conhecer aos portugueses grandes nomes da animação como o estado-unidense Tex Avery ou o canadiano Normam McLaran, que aprecia particularmente pelo seu carácter experimentalista. O seu filme "fétiche", Yellow Submarine , com a banda sonora do mesmo título dos celebérrimos Beatles, e a produção dos países da então Europa de leste foram outros exemplos memoráveis do cinema de animação que divulgou.Deste período televisivo, a regularidade das suas participações valeram-lhe o reconhecimento nacional, sendo apelidado de "O Pai da Pantera-cor-de-rosa" por uma criança, pois divulgou muito os filmes desta personagem sem igual na Animação. E o "apelido" ficou.Colaborou ainda em diversos periódicos, divulgando as suas paixões de sempre, a banda desenhada e o cinema de animação, em jornais de referência como Diário de Lisboa (1957-1973), República (1965-1975), Diário Popular (1965-1991), A Capital (1968-1980), O Diário (meados dos anos 80), mas também em jornais regionais como o figueirense Mar Alto (entre 1969-1973) e em revistas como Plateia (1957-1974), Vida Mundial (1968-1969), TV Guia (década de 80). Muitos outros textos podem ser encontrados também em periódicos estrangeiros (Brasil, França ou Argentina), entradas em dicionários temáticos, catálogos das mais diversas exposições, sem esquecer as primeiras edições do Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora, que é actualmente a maior manifestação em torno dos quadradinhos em Portugal.No final da década de 90, leccionou durante dois anos na ETIC (Escola Técnica de Imagem e Comunicação), em Lisboa.Pelo seu incansável trabalho de divulgação da banda desenhada e do cinema de animação, foi galardoado com o Troféu Zé Pacóvio e Grilinho - Honra, no 7.º Festival Internacional de Banda Desenhada - Amadora, em 1996, tendo antes recebido o Grand Prix Saint Michel Para a Promoção da BD, em 1972.Com o lançamento do livro que lhe foi dedicado pela ASA em 2003, Vasco Granja - Uma vida... 1000 imagens , Vasco Granja transformou-se ele próprio numa personagem de BD, com a homenagem que os mais conceituados autores nacionais lhe fizeram, desenhando cada um uma história em que é o protagonista. Participaram neste volume José Carlos Fernandes, José Garcês, Augusto Trigo, Catherine Labey, José Pires, José Ruy, Pedro Massano, Luís Diferr, João Amaral, Irene Trigo, Carlos Roque, Estrompa, Artur Correia, Rui Lacas, sob argumentos de Jorge Magalhães.Embora tenha escrito e traduzido inúmeros textos sobre BD e Animação, o único livro editado da sua autoria foi Dziga Vertov (Livros Horizonte, 1982), sobre um célebre documentarista russo.É recordado por diferentes gerações pela sua maneira de comunicar sobre os temas que o apaixonam, definindo-se o próprio como um dinamizador cultural.Mesmo no estrangeiro, entre os autores e investigadores mais veteranos, continua a ser uma importante referência do nosso país dentro destes meios, dado que não havia salão ou festival de BD e Animação que não visitasse ou poucos terão sido os grandes autores europeus (e não só) com que não se tenha encontrado.
Disponível na www: http://www.infopedia.pt/$vasco-granja>.

Marítimo 0 F C Porto 3

A caminho do tetra.

domingo, 3 de maio de 2009