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sexta-feira, 31 de julho de 2009

Sir Bobby Robson (1933-2009)

"Bobby Robson é daquelas pessoas que não morrem"- José Mourinho

Welcome Home, Endeavour


quarta-feira, 29 de julho de 2009

Schumacher no lugar de Massa

Michael Schumacher vai voltar a sentar-se no monolugar da Ferrari para as próximas jornadas do Mundial de Fórmula 1, substituindo temporariamente o lesionado Felipe Massa.
O piloto alemão reuniu-se com Stefano Dominicali e aceitou iniciar um programa de preparação física para ocupar o lugar do brasileiro no GP da Europa, em Valência. Schumacher não pretende voltar à competição a tempo inteiro e vai apenas responder a um pedido ajuda por parte da Ferrari, com quem conquistou cinco dos seus sete títulos de Campeão do Mundo.
Schumacher deverá estar ao volante do Ferrari durante os GPs da Europa, Bélgica e Itália. Felipe Massa deverá estar apto a regressar aos comandos do seu carro para as quatro jornadas finais fora da Europa.
In AutoSport OnLine

BMW abandona Fórmula 1 no final de 2009

A BMW anunciou que irá abandonar a Fórmula 1 no final deste ano, numa notícia que hoje foi confirmada em conferência de imprensa, em Munique. De acordo com o Dr. Norbert Reithofer, presidente da administração da BMW, esta decisão surge na sequência do realinhamento da estratégia futura da empresa, da qual a Fórmula 1 não faz parte.
Como é óbvio, os pobres resultados da equipa este ano contribuíram para a decisão agora tomada, e de acordo com o Dr. Klaus Draeger, membro da administração "só levámos três anos a chegar ao topo, mas infelizmente este ano não ficámos sequer perto dos objectivos. De qualquer forma, os dez anos que passámos na F1 tiveram um grande impacto nos nossos engenheiros de desenvolvimento. Fomos para as corridas também devido ao espírito competitivo que nos move no desenvolvimento dos carros do dia-a-dia.", referiu.
In AutoSport OnLine

domingo, 26 de julho de 2009

G P Hungria - F 1


sábado, 25 de julho de 2009

G P Hungria F 1 - Felipe Massa sofreu acidente violento

O brasileiro Felipe Massa sofreu um violento despiste na qualificação para o GP da Hungria. Na repetição a partir do interior do Ferrari F60 é visível que o piloto é atingido na cabeça por um objecto na recta que desce para a curva quatro.
A partir das imagens recolhidas no cockpit do Ferrari de Felipe Massa é notório que o capacete do piloto é atingido por um objecto, parecendo ter ficado inconsiente a meio da recta, seguindo em frente na curva sem sequer procurar virar o volante ou proteger as mãos, algo que os pilotos tendem a fazer quando se apercebem de que irão embater.
Massa embateu violentamente na barreira de pneus praticamente a direito, pese embora exista um rasto de travagem forte na escapatória, mas não tentou sair do carro, permanecendo imóvel até à chegada de ajuda médica.
Entretanto, soube-se que uma das peças do carro de Rubens Barrichello terá sido responsável pelo acidente do piloto brasileiro, algo confirmado pelas imagens e pelas comunicações rádio da Brawn com o piloto.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Montepio compra Real Seguros à SLN

A Caixa Económica Montepio Geral (CEMG) anunciou hoje a compra de 85% do capital da Real Seguros. O banco vai injectar 35 milhões na seguradora e pagar 7,5 milhões à Sociedade Lusa de Negócios.Em conferência de imprensa, Tomás Correia, presidente do Montepio, afirmou que o banco chegou a acordo para celebrar uma parceria com a SLN. Além da compra de 85% do capital, por 7,5 milhões de euros, o Montepio irá injectar 35 milhões na Real Seguros. A parceria com a SLN será desenvolvida na área dos seguros e na saúde, sendo que a fusão das duas seguradoras – Lusitânia e real Seguros - será concretizada dentro de um ano. Já a seguradora telefónica N Seguros será mantida autónoma. Tomás Correia revelou que a SLN será accionista da nova companhia que resultar da fusão e terá também lugar na gestão da companhia após fusão. Depois da nacionalização do Banco Português de Negócios, a SLN, entidade que controlava o banco, delineou um plano estratégico que contempla a venda de activos, sendo que a seguradora do ramo não-vida Real Seguros foi um dos que atraiu maior interesse. A companhia liderada por Fernando Lima tinha recebido pelos menos duas propostas de companhias nacionais para a venda da Real Seguros, sendo que uma delas partiu do Montepio.
In Jornal de Negócios On line

segunda-feira, 20 de julho de 2009

20 de Julho. Há 40 anos o Homem descia na superfície da Lua

A 20 de Julho de 1969, já noite, estava no meu quintal, no Lubango, Angola a olhar para a lua, com o propósito de os ver. Acho que os vi.

Montepio emite mil milhões em obrigações hipotecárias

A Caixa Económica Montepio Geral (CEMG) colocou dia 17 uma emissão de obrigações hipotecárias no valor de mil milhões de euros. A maturidade é de três anos e a instituição paga um juro de 3,25%, que corresponde a um “spread” de 105 pontos base.Esta operação constitui a emissão inaugural deste tipo de Obrigações por parte da CEMG e consubstancia o seu regresso aos mercados internacionais no momento em que se assiste à normalização do funcionamento dos mercados financeiros”, refere um comunicado do banco.O Montepio acrescenta que “a emissão foi objecto de forte procura com o montante das ordens captadas excedendo em cerca de 2.5 vezes o montante da emissão”. A forte procura, de acordo com o banco, levou a que o “spread” da emissão fosse revisto em baixa de 110 para 105 pontos base.A operação foi liderada por um sindicato de Bancos constituído pelo RBS, DZ Bank, Citigroup e Fortis, tendo as agências de rating Fitch e Moody’s atribuído as notações de AAA e Aa1,Recentemente o BPI efectuou uma emissão idêntica, também de mil milhões de euros e a três anos, mas conseguiu um “spread” mais baixo, de 97 pontos base. Além disso, à data, a taxa “mid swap” estava mais baixa, o que lhe permitiu obter um juro anual de 3%.A emissão do BPI foi colocada no mercado internacional, sendo alvo de forte procura”, uma vez que “em apenas duas horas, o montante das ordens excedeu em cerca de três vezes o montante da emissão”, afirmou o banco na altura.
In Jornal de Negócios On line

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Jean Todt assume candidatura à presidência da FIA

Jean Todt confirmou a sua candidatura à presidência da Federação Internacional do Automóvel (FIA).
O francês vai concorrer ao cargo agora ocupado por Max Mosley, de quem, aliás, já recebeu um voto de apoio no início desta semana.
Todt, antigo director da Ferrari na Fórmula 1 e da Peugeot nos ralis e no Dakar, terá a concorrência directa do finlandês Ari Vatanen, ex-piloto de ralis e com quem Todt chegou a trabalhar na equipa de Sochaux no final da década de 1980 e inícios da de 1990.
"No seguimento da decisão de Max Mosley de não prosseguir com mais um mandato e o seu apoio inequívoco à minha candidatura, escrevi aos membros da FIA para os informar de que pretendo concorrer à presidência da FIA. É minha intenção continuar e expandir o excelente trabalho levado a cabo pelo presidente Mosley, que ao longo de 16 anos trabalhou incansavelmente para fortalecer os campeonatos motorizados da FIA e para estabelecer a FIA como a voz dos condutores, promovendo activamente uma mobilidade mais limpa e sustentável para todos", começou por dizer Todt em comunicado.
"Dada a estrutura única da FIA e do seu papel duplo no desporto e na mobilidade é preciso mais do que um presidente para gerir a organização e estou muito satisfeito por poder anunciar a minha equipa. Para a posição de vice-presidente para a mobilidade proponho Brian Gibbons, director executivo da Associação Automóvel da Nova Zelândia; para vice-presidente do desporto proponho Graham Stoker, presidente do Conselho da Associação para o Automobilismo do Reino Unido; e para presidente do Senado proponho Nick Craw, presidente da ACCUS [presidente da Associção Automóvel dos Estados Unidos da América] e o actual vice-presidente do Desporto da FIA".
"Estou seguro de que juntos iremos oferecer à FIA a oportunidade de eleger uma equipa dinâmica com grande experiência e empenho".
In Autsport On line

quinta-feira, 16 de julho de 2009

http://wechoosethemoon.org/

As comemorações do lançamento também poderão ser acompanhadas pela internet.
A Nasa, agência espacial dos Estados Unidos, disponibiliza em seu site vídeos, fotos e material de áudio sobre a missão Apollo 11.
O áudio da comunicação entre os astronautas e o comando da missão em terra estará disponível na internet e será transmitida nos mesmos dias e horários em que foram feitos em 1969.
Além disso, há no site da Nasa vídeos restaurados das caminhadas dos astronautas na Lua.
A Biblioteca Presidencial John F. Kennedy também lançou uma página especial de internet para comemorar os 40 anos da missão Apollo 11.
Por meio do site We Choose the Moon www.wechoosethemoon.org será possível ter informações sobre a evolução da missão em tempo real, como em 1969.

Há 40 anos a Apolo 11 descolava da Florida

Há 40 anos, milhares de pessoas rodeavam o Cabo Canaveral, na Florida, para testemunhar o lançamento do foguetão Saturn V que levava a tripulação da Apolo 11 em direcção à Lua. O foguetão saiu das instalações americanas às 14h32 (hora de Lisboa), com Neil Armstrong, Michael Collins e Edwin “Buzz” Aldrin.Apesar de Richard Nixon não estar presente no Cabo Kennedy, o nome da altura do local, o vice-presidente Spiro Agnew fez as honras. “Com o lançamento da Apolo 11, a América entra numa época nova de descobrimentos”, disse. “Hoje marca-se o início da ida do Homem à Lua, a viagem da Apolo marca a abertura de uma nova era da civilização.”Para além da multidão que se rodeou as instalações, estiveram presentes 3400 jornalistas e 700 correspondentes. O ex-presidente dos Estados Unidos Lyndon Johnson, também estava no local.Perto de 12 minutos depois do lançamento, a Apolo 11 já estava em órbita da Terra. Duas horas e 44 minutos depois da descolagem, o último dos propulsores entrou em funcionamento durante cerca de cinco minutos, dando o impulso final para a nave libertar-se da gravidade terrestre. “Não temos nenhuma queixa das três fases da viagem”, disse Armstrong para a Terra. “Foi lindo.”Cinco dias depois, os astronautas visitavam a Lua.
In Publico On Line

terça-feira, 14 de julho de 2009

Lubango - Huíla - Angola - (celeiro de Angola) Huíla granary of Angola

O planalto da Huila está a recuperar a tradição dos anos 60 a 80 como o "celeiro de Angola" "Huila granary of Angola. O aproveitamento dos recursos hídricos, das barragens da Matala , Gandjela, Neves, está a desenvolver a região da Matala, da Humpata, Tchivinguiro, Chibia, aproveitando as infraestuturas rodoviárias aéreas e ferroviárias. O CFM , Caminho de Ferro de Moçâmedes foi reconstruído, tendo sido aplicado ao lado da via cabo de fibra óptica que liga "Moçâmedes" Namibe a Cassinga, para escoamento do minério de Ferro através do porto do SACO em Moçâmedes.A Huila vai fornecer de tudo a toda a Angola e para exportação.Polpa de tomate, sumo de laranja, carne , leite. A Huila tem um microclima onde se cultivam e plantam produtos autóctones assim como produtos existentes na Europa e costa mediterrânica.Em resumo, um paraíso na Terra.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Ainda os cornos do ex-ministro Manuel Pinho

Que triste figura. E ainda teve direito a um jantar de despedida. Só em Portugal.

domingo, 12 de julho de 2009

G P Alemanha - F 1


sexta-feira, 10 de julho de 2009

Orey Antunes chega a acordo para comprar BPP por um euro

A Orey Antunes informou hoje que chegou a acordo para adquirir, através da sua participada Orey Financial, a totalidade do capital do Banco Privado Português e de duas empresas do Grupo Privado Holding, pelo preço de um euro.“No seguimento do comunicado divulgado no dia 4 de Julho de 2009, a Sociedade Comercial Orey Antunes, S.A. (SCOA) vem informar que acordou hoje a aquisição, pela sua participada Orey Financial, Instituição Financeira de Crédito, S.A. (Orey Financial), da totalidade do capital do Banco Privado Português, S.A. (BPP) e de duas empresas Holding do Grupo Privado Holding (Gest Advisors, Ltd. e Pcapital, SGPS, S.A.), pelo preço total de 1 euro”, refere a Orey Antunes no comunicado enviado à Comunicação do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).No mesmo documento enviado ao regulador do mercado, a Orey refere que o acordo ainda se encontra sujeito à autorização do Banco de Portugal.Nos últimos dias já tinha sido noticiado que a Orey Antunes, através da Orey Financial, estava em negociações avançadas com o BPP para encontrar uma solução para o banco.“A Orey Financial acordou que seja de imediato submetido à aprovação das Entidades Públicas e Privadas relevantes, por parte da administração do BPP, um plano de recapitalização para a recuperação e saneamento do BPP”, adianta o comunicado.Em relação aos clientes do retorno absoluto, a Orey Financial informou que apresentará um programa de reestruturação do produto Retorno Absoluto – Investimento Indirecto com Garantia do BPP que "visa assegurar aos clientes que subscreveram este produto uma solução de recuperação a médio prazo do capital investido”.“A aquisição do BPP e das referidas sociedades pela Orey Financial enquadra-se na estratégia já anunciada de centrar a actividade do Grupo Orey na área financeira, desenvolvendo as actividades não financeiras através de um fundo de Private Equity, denominado Orey Capital Partners”, realça ainda o documento.
In "Jornal de Negócios On-Line"

sexta-feira, 3 de julho de 2009

150 anos de prisão? Só?

A condenação de Bernard Madoff a 150 anos de prisão não pode deixar de indignar todos os que possuem o mais pequeno sentido de justiça: Madoff é o responsável pela maior fraude financeira de sempre e nem assim apanhou prisão perpétua. Como é evidente, é improvável que Madoff cumpra a pena e, aos 221 anos, saia da prisão ainda a tempo de gozar a vida durante um quarto de hora - mas também não era provável que enganasse toda a gente durante 20 anos. Uma coisa é estar preso para sempre; outra é poder sair ao fim de 150 anos. É uma hipótese remota, mas é uma hipótese. Sobretudo se alguém lhe fizer aos anos de prisão o mesmo que ele fez às contas bancárias dos clientes: ao princípio parecem números muito elevados, mas em pouco tempo estão reduzidos a nada. Além do mais, todos sabemos como funciona o sistema: estas pessoas que têm dinheiro para pagar a bons advogados levam 150 anos mas depois, ao fim de 75, já estão cá fora por bom comportamento. A pena leve de Bernard Madoff tem uma explicação: o julgamento foi feito com um descuido inaceitável. Em seis meses, Madoff foi preso, acusado e julgado. Recordo que se trata da maior fraude de sempre, que durou duas décadas. Ainda assim, foi julgada em meio ano. Oliveira e Costa está preso há sete meses. O caso Casa Pia começou a ser julgado em Novembro de 2004. Seis meses não chegam nem para fazer as bainhas às togas de todos os magistrados envolvidos. Pela minha parte, registo com surpresa que o sistema de justiça americano, tantas vezes apontado como exemplo, acaba por não ser muito diferente do nosso: Madoff foi condenado a 150 anos; em Portugal, o julgamento duraria 150 anos. As semelhanças são óbvias. Como sabe qualquer leitor de Kafka, certos processos conseguem ser tão penosos como uma sentença. No entanto, como sabe qualquer residente em Portugal, a generalidade dos processos portugueses imita a história de Kafka a contrario: em lugar de um inocente que é submetido a um processo longo, absurdo e excruciante, temos um culpado que é submetido a um processo longo, absurdo e prazenteiro. Josef K. anda de tribunal em tribunal, em Praga, até perceber que o seu processo se arrastará indefinidamente; João Vale e A. anda de casa de luxo em casa de luxo, em Londres, porque já percebeu que o seu processo se arrastará indefinidamente. São histórias muito semelhantes, igualmente absurdas, mas a natureza do processo é ligeiramente diferente. Os processos, em Portugal, só são excruciantes para os queixosos.
Ricardo Araújo Pereira

Os cornos do ministro Manuel Pinho

Rectificação: ex-ministro.