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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

A Autoridade da Concorrência dá luz verde à compra do Finibanco

A Autoridade da Concorrência (AdC) autorizou hoje a operação de concentração entre o Montepio e o Finibanco, considerando que a mesma não cria, nem reforça, uma posição dominante que traga entraves à concorrência no sector financeiro.
«A Autoridade da Concorrência decidiu não se opor à concentração Montepio/Finibanco, notificada pelo Montepio na sequência do anúncio preliminar de lançamento da oferta Pública de Aquisição (OPA) geral e voluntária sobre as acções representativas do capital social do Finibanco, por entender que a mesma não é susceptível de criar ou reforçar uma posição dominante da qual possam resultar entraves significativos à concorrência efectiva nos mercados identificado»", anunciou hoje a AdC.
O Montepio comunicou a OPA à CMVM no final de Julho, oferecendo 1,95 euros por cada acção do Finibanco, num total de 341,25 milhões, condicionando a oferta à compra de pelo menos 75 por cento do capital.
Segundo a AdC, «a avaliação jus-concorrencial da operação de concentração incidiu sobre um conjunto de 23 mercados relevantes, relativos às diferentes áreas de atividade das duas instituições, designadamente, as actividades de oferta de produtos e serviços bancários a particulares e pequenos negócios, de oferta de produtos e serviços bancários a Pequenas e Médias Empresas (PME), de cartões de pagamento e de seguros».
Nas actividades de oferta de produtos e serviços bancários (tanto a particulares e pequenos negócios, como a PME) e de gestão de Fundos Mobiliários e Imobiliários, «a análise efectuada à posição das partes envolvidas não suscitou quaisquer preocupações jus-concorrenciais», informou a AdC.
«Esta análise teve presente que, na banca universal em Portugal, existe um conjunto de instituições de crédito de dimensão superior à das participantes na operação de concentração», explicou.
De igual forma, nos mercados relevantes identificados na área de actividade dos cartões de pagamento, "a quota de mercado do Montepio e do Finibanco não antecipa preocupações de natureza jus-concorrencial", sublinhou a AdC.
In TSF on line
No que respeita à área dos seguros, a AdC considerou que «também não foram detetados problemas de natureza concorrencial decorrentes da operação de concentração em causa, quer no que respeita aos mercados dos segmentos Vida, quer ainda no mercado nacional de prestação de serviços de mediação».
De acordo com a entidade liderada por Manuel Sebastião, «no âmbito da operação, foi solicitado parecer ao Banco de Portugal, ao Instituto de Seguros de Portugal e à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, reguladores que remeteram dados para efeitos da análise da AdC, tendo o Banco de Portugal e a CMVM considerado, em relação aos mercados sob sua supervisão, que a operação não provoca uma alteração significativa na estrutura de mercado».
A partir deste momento o Montepio já pode fazer o registo formal da OPA, uma vez que já poderá entregar à CMVM o documento com a decisão da AdC que o supervisor estava à espera e a entidade liderada por Carlos Tavares dispõe de oito dias para se pronunciar sobre a operação.

domingo, 24 de outubro de 2010

Korean Grand Prix - F 1

1. Fernando Alonso (Ferrari)
2. Lewis Hamilton (McLaren)
3. Felipe Massa (Ferrari)

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

O Regresso da economia da depressão e a crise actual - Paul Krugman

Para se perceber a crise. Muito bom.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Autoridade da Concorrência ultima aprovação da OPA do Montepio ao Finibanco sem condições

A Autoridade da Concorrência (AdC) está a ultimar a decisão sobre a compra do Finibanco por parte do Montepio, preparando-se para aprovar a operação sem impor condições. A "luz verde" ao negócio deverá ser anunciada "muito em breve", como admitiu Manuel Sebastião (na foto), presidente do regulador, no Parlamento, há duas semanas.

Segundo soube o Negócios, a AdC não pediu à associação mutualista que apresentasse qualquer proposta de "remédio" como contrapartida para dar "luz verde" à operação de concentração. E os esclarecimentos que o regulador foi solicitando ao Montepio também não faziam qualquer referência à imposição de condições.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Prémio Nobel da Economia 2010

A Academia de Ciências Suecas atribuiu o Prémio Nobel da Economia 2010 a Peter Diamond, Dale Mortensen e Cristopher Pissarides, pelo trabalho desenvolvido sobre o método de análise de mercados.
Os norte-americanos Peter e Dale e o cipriota Cristopher desenvolveram uma teoria de análise de mercado que permite explicar como é que o desemprego, vagas de trabalho e o salário são afectados pela política económica, tendo desenvolvido fórmulas matemáticas que permitem comprovar a influência das políticas económicas na sociedade.
Os três vão dividir o prémio de 10 milhões de coroas suecas, cerca de 1 milhão de euros.

domingo, 10 de outubro de 2010

Japanese Grand Prix - F 1

Sebastian Vettel celebrates victory at Suzuka, Japanese Grand Prix, Suzuka, October 10, 2010

sábado, 9 de outubro de 2010

John Lennon faria hoje 70 anos

O mundo celebra hoje o 70º aniversário do nascimento de John Lennon, quase 30 anos depois do músico ter sido assassinado, em Nova Iorque. Para assinalar a data, (9 de Outubro de 1940) foi lançada uma edição remasterizada dos álbuns a solo e, em Liverpool, há exposições, espectáculos e a inauguração de um monumento em homenagem ao Beatle.

In TSF on line

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Nobel da Literatura para Mario Vargas Llosa

O nome de Mario Vargas Llosa foi anunciado ao meio-dia pela Academia Sueca, que atribuiu ao escritor peruano o Prémio Nobel da Literatura deste ano.
Mario Vargas Llosa nasceu a 28 de Março de 1936, em Arequipa, Peru. Com o divórcio dos pais, crescey com a a mãe e avô na Bolívia.
Na nota biográfica disponibilizada pela Academia Sueca, lê-se que a família do escritor voltou para o Peru quando ele tinha 10 anos e estabeleceu-se em Lima. Vargas Llosa frequentou aí uma escola católica, antes de ser enviado para uma escola militar.
O agora Nobel estudo direito e literatura, e, entre outras ocupações, ensinou inglês em Paris e foi jornalista da France Press.
Da sua vasta e conhecida obra constam Conversa na Catedral, A Guerra do Fim do Mundo, A Festa do Bode, Os Chefes e ainda o ensaio García Márquez: Historia de un Deicidio.
O grande favorito ao galardão era o escritor e poeta sueco Tomas Transtromer, mas da lista dos possíveis vencedores constavam nomes como Philip Roth ou Cormac McCarthy.
In Visão On Line

Bancários 'dão' 100 milhões à Segurança Social

A integração dos bancários admitidos antes de 3 de Março de 2009 no regime geral da Segurança Social contemplará apenas o pagamento dos subsídios de parentalidade e de velhice (pensões de reforma).
Este foi o acordo alcançado entre banca, sindicatos e Governo, que deverá ser fechado amanhã, no Ministério do Trabalho.
Com a transferência apenas destas duas eventualidades, o orçamento da Segurança Social passa a receber anualmente "pouco mais de 100 milhões de euros", como referiu ao DN Delmiro Carreira, presidente do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas (SBSI) e coordenador do grupo de trabalho sindical que está envolvido nesta negociação.
Em termos de contribuições para a Segurança Social, os bancários vão manter o desconto de 3%, que deixa de ser feito para a Caixa de Abono de Família dos Empregados Bancários (CAFEB) e transita para os cofres públicos. Para as entidades patronais, os bancos, os descontos passam de 11% para 23,61%.
Estes bancários que agora passam para o regime geral (desde que admitidos depois de 1 de Janeiro de 1995) mantêm a contribuição de 5% para os respectivos fundos de pensões, que complementarão as suas reformas, na medida em que se encontra contratualizada. "Nenhuma contribuição para os fundos passa para a Segurança Social", sublinha Delmiro Carreira. Para o patronato, o aumento da sua contribuição será compensada a prazo, com a redução do esforço financeiro para os fundos, uma vez que parte das pensões que pagam passam para a Segurança Social.
A banca continua, como até agora, a pagar os subsídios de baixa por doença, invalidez e morte, inscritos nos seus encargos com pessoal.
Este acordo tripartido vai ficar contemplado no Orçamento de Estado para 2011, através de uma autorização legislativa, que prevê a criação da correspondente legislação. Isto porque estas regras pressupõem uma derrogação ao Código Contributivo.
Este era o passo que faltava para integrar todos os bancários no regime geral da Segurança Social. Alguns bancos, como o Santander Totta ou as caixas agrícolas, estiveram sempre no regime geral. A partir de Março de 2009, os novos bancários que entraram no sector passaram a descontar para este regime.
In DN OnLine

terça-feira, 5 de outubro de 2010

domingo, 3 de outubro de 2010

7º título mundial de ralis para Sebastian Loeb

Sébastien Loeb venceu o Rali de França e confirmou há pouco o seu sétimo título mundial de Ralis, aumentando dessa forma um recorde que já era seu. Por falar em recordes, esta é a 60ª vitória do francês no WRC.
O melhor piloto de Ralis de sempre?

Em 11 anos de carreira no Campeonato do Mundo de Ralis, Sébastien Loeb só por três vezes não chegou ao topo da pirâmide. A matemática é um forte argumento para o classificar como o melhor piloto de ralis de todos os tempos. Mas há sempre resistentes. "Ah...nos anos 80, os troços tinham 40 quilómetros, os super Grupo B 600 cavalos, não havia ajudas eletrónicas e havia muitos mais Walter(s) Röhrl e Markku(s) Alen, blá blá blá, blá blá blá...". Sim. É difícil estabelecer comparações com outras épocas.

Mas não falarão os números por si? Nunca nenhum piloto conseguiu mais do que quatro campeonatos consecutivos e Loeb já vai no sétimo. Com esta vitória 'dobrou' os triunfos do segundo piloto mais vitorioso de sempre (Marcus Gronholm), que tem 30 vitórias! Em pouco mais de uma década, o piloto da Citroën Racing bateu todos os grandes vultos de duas gerações de pilotos, desde Makinen a Burns, passando por Solberg, Gronholm, Hirvonen e agora o próximo D. Sebastião...Ogier. E para quem argumentar que dispunha de um carro superior, Loeb também tem resposta à altura: e então Sainz e McRae que lutaram com um Xsara igual e foram inapelavelmente batidos?

As evidências, falam por si. E agora um novo desafio...chama-se... Loeb ou, se quisermos, por outras palavras, superar-se a si mesmo, tendo como meta os seus próprios recordes, arriscando-se com tamanha hegemonia em dar um tiro no próprio pé ou seja, em ajudar à morte lenta da própria disciplina. Não estivessem previstas a curto prazo, mudanças radicais no WRC, nomeadamente, com a entrada em cena da segunda geração dos World Rally Car, teoricamente, mais equilibrados, e, portanto, obrigando a outro tipo de provas, e poder-se-ia dizer que Loeb nada mais tinha a provar. Mas ele ainda aí está para o ano, pelo que vamos poder ver como é em carros teoricamente mais equilibrados. Caso Ogier cresça, solberg continue motivado para vencer, e  Hirvonen e Latvala ganhem nova motivação com o Fiesta WRC temos todos os condimentos para um WRC 2011 fabuloso...
In AutoSport OnLine