The Widgipedia gallery
requires Adobe Flash
Player 7 or higher.

To view it, click here
to get the latest
Adobe Flash Player.
Get this widget from WidgipediaGet this widget from WidgipediaMore Web & Desktop Widgets @ WidgipediaMore Web & Desktop Widgets @ Widgipedia

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

2011 - F 1

World Championship Result

Drivers1
AU
2
MY
3
CN
4
TR
5
E
6
MC
7
CDN
8
EUR
9
GB
10
D
11
HU
12
B
13
I
14
SGP
15
J
16
KR
17
IN
18
AD
19
BR
Pts
1.S. VETTEL2525182525251825181218252525152525-18392
2.J. BUTTON8181281515258--251518182512181515270
3.M. WEBBER101215181212151515151018-151215121225258
4.F. ALONSO1286151018-182518151215121810151812257
5.L. HAMILTON1842512188-12122512-12101018625-227
6.F. MASSA6108---8101010848268-1010118
7.N. ROSBERG--10106--68628-61488689
8.M. SCHUMACHER-24-8-12-24-1010-8-106-76
9.A. SUTIL2----6-2-8-6-4--24842
10.V. PETROV15-24--10--1-2--2---137
11.N. HEIDFELD-15-644-14--34
12.K. KOBAYASHI-6111106--2-------1230
13.P. Di RESTA11--------6-48-1-2427
14.J. ALGUERSUARI------441-1-6--64--26
15.S. BUEMI4--2-11---4-1--2---15
16.S. PEREZ----2---6----14-1--14
17.R. BARRICHELLO-----22------------4
18.B. SENNA-2------2
19.P. MALDONADO-----------1-------1
All scores.
1st: 25 pts - 2nd: 18 pts - 3rd: 15 pts - 4th: 12 pts - 5th: 10 pts - 6th: 8 pts - 7th: 6 pts - 8th: 4 pts - 9th: 2 pts - 10th: 1 pt


Constructors1
AU
2
MY
3
CN
4
TR
5
E
6
MC
7
CDN
8
EUR
9
GB
10
D
11
HU
12
B
13
I
14
SGP
15
J
16
KR
17
IN
18
AD
19
BR
Pts
1.Red Bull Renault35373343373733403327284325402740371243650
2.McLaren Mercedes26223720332325201225371530283530244015497
3.Ferrari1818141510188283528231623142418152822375
4.Mercedes-2141014-12610102181069418146165
5.Renault15152104410141-22-2---173
6.Force India Mercedes31---6-2-866412-1261269
7.Sauber Ferrari-6113106-62---14-11244
8.Toro Rosso Ferrari4--2-1541-5-7--84--41
9.Williams Cosworth-----22----1-------5
All scores.
1st: 25 pts - 2nd: 18 pts - 3rd: 15 pts - 4th: 12 pts - 5th: 10 pts - 6th: 8 pts - 7th: 6 pts - 8th: 4 pts - 9th: 2 pts - 10th: 1 pt


Engine: 2400 cc aspirated, eight cylinder V (8 engines up on the season)
Minimum weight with driver: 640 kg
The fuel supplies are prohibited during the race
______________
The qualifications are held in three rounds. After the first run (20 minutes), the seven slowest drivers are placed on the positions from 18 to 24. At the end of the second (15 minutes), the seven slowest drivers are placed on the positions from 11 to 17. And finally, the remaining 10 drivers have 10 minutes to determine places 1-10.
At the end of Q1, the drivers the best time exceeds 107% of best time
this meeting are not qualified.

In http://www.statsf1.com/en/2011.aspx

Brazilian Grand Prix - 2011 - F1

Mark Webber and Sebastian Vettel celebrate a Red Bull one-two with the team on the podium © Sutton Images

sábado, 19 de novembro de 2011

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Sabe qual é o banco com melhor reputação em Portugal?

A reputação da banca em Portugal baixou este ano face a 2010, muito por culpa da crise da dívida soberana europeia e da intervenção financeira da «troika» no país, indica o estudo Global Reputation Pulse 2011.
A CGD manteve este ano a liderança enquanto banco em Portugal com melhor reputação, apesar da ligeira queda, classificando-se como a 35ª a nível mundial, seguida pelo Montepio (56º.), que registou uma subida acentuada, pelo BES (85º.), com um avanço ligeiro, pelo BPI (124º.), que teve um recuo leve, pelo BCP (136º.) e Banif (141º.).
«A queda não é de estranhar dada as dificuldades por que passa o sector», salientou à agência Lusa Pedro Cabrita Carneiro, director-geral do Reputation Institute em Portugal, apontando para a crise da dívida soberana na Europa e para a ajuda internacional solicitada por Portugal ao exterior como as principais causas para a descida.
A tendência de recuo da reputação do sector bancário em termos mundiais também é visível nos últimos anos, por causa da grave crise financeira, mas de 2010 para 2011 a descida foi bastante inferior à verificada no caso português, revelam os dados deste estudo.
Em Portugal, entre os dez bancos avaliados, há seis portugueses, três espanhóis (Banco Santander, BBVA e Banco Popular) e o britânico Barclays, incluídos no estudo devido à sua representatividade em termos internacionais, explicou à Lusa Cabrita Carneiro.
A Caixa Geral de Depósitos (CGD), o Montepio Geral, o Banco Espírito Santo (BES), o Banco BPI, o Banco Comercial Português (BCP), o Banif e as quatro operações portuguesas destes bancos internacionais têm, em conjunto, um Índice de Reputação Pulse médio de 57,7 pontos (face aos 61,63 pontos de há um ano), enquanto os 208 maiores bancos mundiais avaliados registam 60,6 pontos (-0,4 pontos do que em 2010).
«A reputação tem a ver com confiança e, apesar da queda significativa da reputação média da banca nacional, de uma forma geral, mantêm-se bons níveis de confiança», frisou o responsável do Reputation Institute, explicando que no mercado português as dimensões com mais peso na classificação são os Produtos e Serviços, Ética e Transparência e Inovação.
Certo é que, em 2011, interrompeu-se um ciclo de crescimento da reputação média dos bancos portugueses, que vem a ser medida desde 2009.

O que esperar dos próximos tempos?

«Com a incerteza que existe actualmente, seria preciso uma bola de cristal para adivinhar. Mas, com maior ou menor pressão, os bancos vão ter que se capitalizar de acordo com as normas estipuladas com a «troika», ou com outras suavizadas, porque não há outra alternativa», comentou Cabrita Carneiro.
E acrescentou: «É natural que haja tendência para uma maior desconfiança face aos bancos e à indústria financeira em geral. As pessoas são bombardeadas com muitas notícias negativas».
Por isso, sugeriu que os bancos portugueses apostem mais nas componentes da transparência e da ética «do que na oferta de taxas mais altas ou mais baixas».

domingo, 13 de novembro de 2011

Abu Dhabi Grand Prix 2011 - F 1

Lewis Hamilton celebrates with rose water and his trophy on the podium

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Prof. Kuing Yamang - A opinião de um economista chinês sobre o futuro da EUROPA - Julho 2010

Sobre a Europa, o Prof. Kuing Yaman - que viveu em França - faz as seguintes asserções:
1. A sociedade europeia está em vias de se auto-destruir. O seu modelo social é muito exigente em meios financeiros. Mas, ao mesmo tempo, os europeus não querem trabalhar. Só três coisas lhes interessam: lazer/entretenimento, ecologia e futebol na TV! Vivem, portanto, bem acima dos seus meios. Porque é preciso pagar estes sonhos de miúdos...
2. Os seus industriais deslocalizam-se porque não estão disponíveis para suportar o custo de trabalho na Europa, os seus impostos e taxas para financiar a sua assistência generalizada.
3. Portanto endividam-se, vivem a crédito. Mas os seus filhos não poderão pagar 'a conta'.
4. Os europeus destruíram, assim, a sua qualidade de vida empobrecendo. Votam orçamentos sempre deficitários. Estão asfixiados pela dívida e não poderão honrá-la.
5. Mas, para além de se endividar, têm outro vício: os seus governos 'sangram' os contribuintes. A Europa detém o recorde mundial da pressão fiscal. É um verdadeiro 'inferno fiscal' para aqueles que criam riqueza.
6. Não compreenderam que não se produz riqueza dividindo e partilhando mas sim trabalhando. Porque quanto mais se reparte esta riqueza limitada menos há para cada um. Aqueles que produzem e criam empregos são punidos por impostos e taxas e aqueles que não trabalham são encorajados por ajudas. É uma inversão de valores.
7. Portanto o seu sistema é perverso e vai implodir por esgotamento e sufocação.  A deslocalização da sua capacidade produtiva provoca o abaixamento do seu nível de vida e o aumento do... da China!
8. Dentro de uma ou duas gerações 'nós' (os chineses) iremos ultrapassá-los. Eles tornar-se-ão os nossos pobres. Dar-lhes-emos sacas de arroz...
9. Existe um outro cancro na Europa: existem funcionários a mais, um emprego em cada cinco. Estes funcionários são sedentos de dinheiro público, são de uma grande ineficácia, querem trabalhar o menos possível e apesar das inúmeras vantagens e direitos sociais, estão muitas vezes em greve. Mas os decisores acham que vale mais um funcionário ineficaz do que um desempregado...
10. Vão (os europeus) direitos a um muro e a alta velocidade...
É um ponto de vista. Controverso. Provocador. E pouco importa se subscrevo ou não, integral ou parcialmente, as teses expostas. O leitor que tire as suas próprias conclusões. E valide ou não o que pensa "o venerável professor chinês".
http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/opiniao/218085-um-olhar-chines-sobre-a-europa

'Superdepósitos' passam a ser penalizados a partir de hoje

Novas regras dos depósitos entram hoje em vigor.
A partir de hoje os bancos com 'superdepósitos', que superem em 300 pontos base os juros do mercado, vão ser penalizados nos rácios de capital, de acordo com uma decisão do Banco de Portugal que entrou hoje em vigor.
Com a instrução publicada na semana passada, para entrar hoje em vigor, o Banco de Portugal pretende conter a corrida às taxas de juro dos depósitos a prazo, penalizando uma parte dos depósitos que excedam a taxa Euribor e um 'spread' de 300 pontos base que deixam de poder ser contabilizados na rubrica fundos próprios.
Esta nova limitação tem implicação no cumprimento do acordo da 'troika", que obriga os oito maiores bancos a "reduzir gradualmente os rácios de transformação de depósitos em créditos para um nível de 120 por cento até 2014".
Os fundos próprios contam para este rácio de transformação. Se os bancos praticarem juros muito altos nos depósitos a prazo e ultrapassarem a taxa de referência, o remanescente é descontado dos fundos próprios.
A associação dos consumidores financeiros congratulou-se com a decisão do Banco de Portugal de penalizar os 'superdepósitos', mas ressalvou que a medida tem efeitos negativos para os aforradores que têm beneficiado de elevadas taxas de juro nos depósitos a prazo e vêem agora esse benefício limitado.
O presidente da SEFIN - Associação Portuguesa dos Utilizadores e Consumidores de Serviços e Produtos Financeiros, António Júlio de Almeida, defendeu que a penalização dos depósitos a prazo com taxas muito altas vai permitir ao Estado "concorrer em melhores condições" com a banca na captação de poupança, através da colocação de dívida pública.
O Banco de Portugal publicou na semana passada uma instrução na qual determina que, a partir de 1 de Novembro, os bancos portugueses não podem classificar como fundos próprios parte dos depósitos a prazo com "taxas altas", ou seja que excedam a taxa Euribor de referência e o 'spread' de 300 pontos base.
O supervisor financeiro seguiu o exemplo de Espanha na penalização dos depósitos com elevadas rentabilidades, que em Julho criou nova lei que obriga as entidades que apliquem juros muito altos nos seus depósitos a realizar contribuições adicionais para os fundos de garantias de depósitos - os três fundos existentes em Espanha foram fundidos este mês num único.

Económico com Lusa  
01/11/11 07:14